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Paris Hilton revela que interpretou um personagem todos esses anos e até sua voz é diferente

Paris Hilton surpreendeu a todos nesta terça-feira (15) ao revelar em uma entrevista um fato surpreendente sobre si mesma. A estrela da série documental This Is Paris disse ao programa australiano Sunrise que, ao longo dos anos, interpretou uma personagem e que agora o público poderá conhecer quem ela realmente é.

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Além disso, Paris mostrou sua verdadeira voz durante a entrevista e contou que nos últimos anos interpretava uma “loira burra com uma voz insuportável”. Ao contrário da voz aguda que todos conhecem, ela revelou que usava apenas como parte da sua personalidade que criou para a mídia. Paris ainda disse que agora todos podem ver o que escondeu por muito tempo.

“Neste tempo todo, eu estive interpretando uma personagem, então o mundo não sabe quem eu realmente sou. A verdadeira ‘eu’ é alguém brilhante, na verdade. Não sou uma ‘loira burra’, apenas sou boa em fingir que sou uma”, confessou.

Hilton comentou a importância de seu pai e avô na gestão empresarial e fortalecimento da marca de hotéis que leva no sobrenome, pontuando que não quer ser para sempre uma piada, mas sim lembrada pela sua estratégia: “Eu apenas senti que era a hora de o mundo saber quem eu era. Eu passei por muita coisa. Não quero ser lembrada por ser uma ‘cabeça de vento’, sou uma mulher de negócios”.

This Is Paris já está disponível no YouTube e traz diversos traumas enfrentados pela modelo, incluindo os casos de abuso que sofreu no internato que estudava.

Em uma entrevista à People, Paris relembra que foi mandada para lá aos 17 anos, pois tinha um comportamento muito difícil na época. “Era tão fácil escapar e ir a clubes e festas. Meus pais eram tão rígidos que me dava vontade de me rebelar. Eles [me puniam] tirando meu celular, tirando meu cartão de crédito, mas não dava certo.”

Segundo a socialite, seus 11 meses em um internato de Utah foram difíceis e ela sofreu abusos físicos e psicológicos. “Era para ser uma escola, mas [as aulas] não eram o foco. Do momento em que acordava até ir para a cama, era o dia todo gritando na minha cara, gritando comigo, era uma tortura contínua. O pessoal dizia coisas terríveis. Eles estavam constantemente me fazendo sentir mal comigo mesma e me intimidando. Acho que o objetivo deles era nos derrubar. E eles eram fisicamente abusivos, nos batendo e estrangulando. Eles queriam dar medo nas crianças, então ficávamos com muito medo de desobedecê-los“.

Em resposta à essa entrevista, a escola em questão respondeu dizendo que havia sido vendida em agosto de 2000 e, por isso, não poderia comentar sobre as coisas que aconteciam no tempo de Paris.