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Glória Maria conta que salvou uma vida durante viagem a trabalho

 

As atrizes Barbara Paz, Fabiana Karla e a jornalista Glória Maria, se encontraram na noite desta sexta-feira (15), no shopping Rio Mar Recife, em Pernambuco, para contar histórias especiais de suas vidas.

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Barbara Paz, Fabiana Karla e Glória Maria contaram como começaram suas carreiras: “Comecei a trabalhar aos 9 anos, desde sempre me vi adulta e segui trabalhando, aos 12 fui trabalhar numa fábrica de calçados, com orgulho sabendo que sempre seria uma pessoa, depois fui pra loja de roupa, secretaria, depois virei modelo e comecei a fotografar. Quando perdi minha mae, me mudei para São Paulo. Minha vida Tb tem muita coisa trágica, e após o acidente não pude modelar, foi quando me tornei atriz”, contou Bárbara

“Comecei a faculdade de jornalismo, mas descobri que não sei escrever sobre o outro, só sobre mim, foi aí q me descobri poeta. Pra conseguir qualquer coisa na vida, temos que batalhar pra conseguir tudo. As vezes volto pra minha cidade e reflito: como consegui chegar aqui”, concluiu Barbara Paz.

Já Fabiana, também contou como foi o início de sua vida artística. “Minha história começa aqui no recife. Tudo que eu fazia, queria fazer em tom de teatro, eu venho de uma família de mulheres fortes e engraçadas. Nordestino tem uma coisa particular: se ele não rir da alegria, vai rir da brabeza”, brincou.

“Em 1991, juntei uma turma e participei de um festival e ganhei como melhor atriz, com o personagem “lucicreide”, depois que ganhei o prêmio as portas se abriram e quando fui para o Rio de Janeiro, já tinha 3 filhos pequenos e bati na Globo pedi uma oportunidade para o diretor do Zorra Total, ele pediu para voltar no outro dia. Logo imaginei: levei um fora, mas não, no outro dia ele me recebeu e após um tempo consegui entrar no elenco”, contou Fabiana Karla.

Glória Maria contou curiosidades de sua vida. “Sempre fui muito pobre, uma amiga negou um estágio na rede globo porque não tinha remuneração, me indicou e eu topei, paralelo comecei a trabalhar como telefonista e fiquei um ano me desdobrando. Até que após 1 ano, deixei de ser telefonista e a Globo começou a me pagar equivalente a 300/400 reais. Eu tinha uma vontade muito grande de aprender a escrever, quando tinha qualquer dúvida, tirava dúvidas com os grandes colegas e foi assim que me profissionalizei”, pontuou a jornalista.

Glória também contou que salvou uma vida durante viagem a trabalho. “Quando subi a primeira vez o malária, fui até 5 mil e poucos metros, fiz há 25/30 anos atrás, 10 dias subindo e 8 descendo, isso me transformou numa pessoa pronta pra tudo. Ali foi um divisor de águas, pela superação a cada dia. Nessa viagem, eles têm uma cultura de quando ela tá morrendo os deixam fora de casa até que ela venha a falecer. Me deparei com um senhor fora de casa e foi quando me explicaram. Eu não aceitei essa situação e contra a família, eu com o cinegrafista conseguimos encaminhar o senhor para o hospital e ele sobreviveu”, finalizou Glória Maria.

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