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Érico Brás lembra o dia em que fugiu de gravação com Flávio Migliaccio para assistir filme

A morte de Flávio Migliaccio deixou muitos fãs cheios de saudades e, alguns, com muitas histórias para contar. Érico Brás, que trabalhou com o ator em “Tapas e Beijos”, tem algumas e revelou ao Notícias da TV algumas dessas curiosidades. Incluindo uma fuga das gravações para ir ao cinema.

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“Um dos momentos mais felizes, a gente igual criança fugiu do set porque tinha uma cena no final da manhã e a outra era praticamente a última. Ele me chamou para almoçar no shopping, e acabamos no cinema. Foi um drible bem dado na produção (risos). Eu me senti em um filme do Flávio. Assistia a tudo em silêncio, ele só comentou uma coisa comigo no final. Foi maravilhoso.”, relembra o ator.

Os dois foram assistir o filme argentino “Um Conto Chinês”, estrelado por Ricardo Darín. A produção de 2011 é uma comédia dramática escrita e dirigida por Sebastián Borensztein, que conta a história de um dono de oficina (Darín) que, subitamente, precisa ajudar um jovem imigrante chinês.

Brás revelou que ainda guarda os celulares da época de convivência com Migliaccio. Tudo por medo de perder as fotos e vídeos. “Ele foi um dos maiores mestres para mim. O cara com que mais contracenei. Tenho muito medo de perder o que guardo”, revelou. “O Flávio me ensinou muita coisa que vocês nem sabem”, explicou. “Quando ele partiu e eu pude ler um trecho do que escreveu, vi o quanto é difícil ser o que a gente é, falar o que a gente fala, se comprometer com a carga que é ser artista”, desabafou o ator.

Atualmente, Brás aguarda o fim do isolamento social em casa. Ele é apresentador do “Se Joga”, que ainda não teve seu retorno confirmado.

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