- Fernando Haddad alerta sobre uma possível retaliação dos EUA ao Brasil (Foto: Agência Brasil)
- Em uma declaração explosiva, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, levantou grandes preocupações sobre a possibilidade de uma retaliação dos Estados Unidos contra o Brasil (Foto: Agência Brasil)
- Em viagem oficial à França, Haddad afirmou que tal atitude seria “uma certa estranheza”, dado o histórico de relação cooperativa entre os dois países (Foto: Agência Brasil)
- “Causaria-nos até uma certa estranheza se o Brasil sofresse algum tipo de retaliação injustificada”, disse o ministro, deixando claro o desconforto do governo brasileiro com qualquer ação punitiva por parte dos EUA (Foto: Agência Brasil)
- O ministro também apontou que a balança comercial favorece os Estados Unidos, uma vez que o saldo comercial é superavitário para o lado norte-americano (Foto: Agência Brasil)
- Apesar disso, o governo brasileiro tem se mostrado aberto ao diálogo e a uma cooperação mais forte entre as nações (Foto: Agência Brasil)
- “Nós estamos na mesa de negociação desde sempre com aquele país, justamente para que a nossa cooperação seja cada vez mais forte”, declarou Haddad (Foto: Agência Brasil)
- Haddad critica possível retaliação dos EUA ao Brasil, destacando o superávit comercial e a busca por uma relação de prosperidade mútua entre os países (Foto: Agência Brasil)
- Fernando Haddad é uma personalidade influente (Foto: Agência Brasil)
- Fernando Haddad (Foto: Agência Brasil)
Em uma declaração explosiva, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, levantou grandes preocupações sobre a possibilidade de uma retaliação dos Estados Unidos contra o Brasil. Em viagem oficial à França, Haddad afirmou que tal atitude seria “uma certa estranheza”, dado o histórico de relação cooperativa entre os dois países.
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“Causaria-nos até uma certa estranheza se o Brasil sofresse algum tipo de retaliação injustificada”, disse o ministro, deixando claro o desconforto do governo brasileiro com qualquer ação punitiva por parte dos EUA.
O ministro também apontou que a balança comercial favorece os Estados Unidos, uma vez que o saldo comercial é superavitário para o lado norte-americano. Apesar disso, o governo brasileiro tem se mostrado aberto ao diálogo e a uma cooperação mais forte entre as nações. “Nós estamos na mesa de negociação desde sempre com aquele país, justamente para que a nossa cooperação seja cada vez mais forte”, declarou Haddad.
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O grande mistério, no entanto, está nas tarifas recíprocas que os EUA pretendem implementar a partir de amanhã, 2 de abril. O impacto dessas medidas será crucial para o futuro das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos.
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