- Diretor de doc sobre funk: ‘Entre Bolsonaro e Anitta, Brasil fica com ela’ (Foto: Instagram)
- Anitta vence Melhor Clipe Latino no VMA com ‘Envolver’: “Não estava esperando” (Foto: Instagram)
- Anitta venceu neste domingo (28) seu primeiro prêmio do VMA logo em sua estreia na premiação. (Foto: Instagram)
- Ela concorria na categoria Melhor Artista Latino com Envolver, e foi a primeira artista solo brasileira a entrar na disputa. (Foto: Instagram)
- O hit atingiu neste ano o primeiro lugar do ranking das 50 músicas mais tocadas do Spotify. (Foto: Instagram)
- A artista disputou a categoria com Bad Bunny, Becky G, KAROL G, Daddy Yankee, Farruko, J Balvin e Skrillex e fez um discurso falando sobre a representatividade da conquista. (Foto: Instagram)
- “Não estava esperando”. (Foto: Instagram)
- “Eu nasci no gueto brasileiro, e nós nunca acreditamos que isso seria possível. Muito obrigada”, disse ela. (Foto: Instagram)
- A cantora foi chamada ao palco pelo grupo de k-pop BLACKPINK, com quem posou nos bastidores da premiação. (Foto: Instagram)
- Anitta, de 29 anos, se fez um show neste domingo (28) no palco do VMA 2022. No black carpet da premiação, a cantora havia adiantado que levaria referências brasileiras à sua performance. (Foto: Instagram)
- Ela foi a primeira brasileira solo indicada ao Video Music Awards. (Foto: Instagram)
- A cantora começou cantando a música com a qual concorre e levou um medley com funk e bailarinos ao palco. (Foto: Instagram)
- “Vocês pensaram que eu não ia rebolar minha bunda hoje”, disse ela, citando sua famosa frase. (Foto: Instagram)
- Antes de subir ao palco, Anitta foi anunciada no intervalo como “deusa brasileira” e, em seguida, foi dito que ela está pronta para rebolar em seu primeiro VMA”. (Foto: Instagram)
- E tem tido inúmeros marcos. (Foto: Instagram)
O cineasta Luiz Bolognesi, ouviu o funk furar a bolha das suas referências pelos ouvidos das filhas, então com 12 e 14 anos, em meados de 2016. As batidas tocavam no carro, bombavam nas festinhas de aniversário e até nos eventos de lançamento dos filmes de sua produtora.
Naquela época, pesquisas já mostravam que o funk já era o estilo musical mais ouvido pelos jovens no país. O cineasta foi então a campo para ouvir alguns dos principais nomes dos primórdios como Tony Tornado, DJ Marlboro e Cidinho.
Chegou aos anos de 1990 com Buchecha e o Bonde do Tigrão e finalmente a fenômenos recentes, de Valesca Popozuda a MC Carol e Ludmilla, passando por MC Bin Laden, MC Guimê e a turma do Kondzilla, produtora de hits e videoclipes que fizeram do YouTube uma vitrine do funk brasileiro.
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O resultado de toda essa pesquisa sobre o funk está na série documental “Funk.doc: Popular & Proibido”, que estreia hoje na HBO Max. “O funk é um fenômeno complexo que me interessou muito objetivamente pelo desejo de entender a cultura do brasil. Meus amigos intelectuais diziam: ‘por que você vai fazer série sobre funk? Essa música machista e misógina?’ Considero isso um preconceito depois que me aproximei do pessoal do funk. Não fui eu que me despi de preconceitos. Os entrevistados é que me despiram”, disse na coletiva de imprensa para promover o documentário.
Anitta
Maior referência do funk na atualidade, a cantora Anitta foi envolvida, recentemente, em uma série de ataques produzidos por cantores sertanejos identificados que declararam votar em Jair Bolsonaro. Além disso, a ‘poderosa’ vive trocando farpas com o atual presidente em suas redes sociais.
Para Bolognesi, os grupos que tentam criar uma dicotomia entre funk e sertanejo buscam apenas “organizar suas narrativas”. “Mas isso não pega. No universo musical mesmo não há esse embate. Pelo contrário. O funk já conquistou o agro. Entre Bolsonaro e Anitta, o Brasil fica com Anitta”.
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