- Em média, eles trabalham 45,3 horas semanais, enquanto a média nacional é de 39,1 horas.(Foto: Unsplash)
- O IBGE classifica os trabalhadores em diferentes categorias: (Foto: Unsplash)
- Trabalhador por conta própria: pessoa que trabalha explorando o seu próprio empreendimento, sozinha ou com sócio, sem ter empregado e contando, ou não, com ajuda de trabalhador não remunerado de membro da unidade domiciliar em que reside. (Foto: Unsplash)
- Empregado: pessoa que trabalha para um empregador, com ou sem carteira assinada. (Foto: Unsplash)
- Empregador: pessoa que emprega outras pessoas em sua empresa ou empreendimento. (Foto: Unsplash)
- Trabalhador familiar auxiliar: pessoa que ajuda a atividade econômica de um parente, sem remuneração. (Foto: Unsplash)
- Os dados mostram que os trabalhadores por conta própria são os que mais passam horas no ofício, seguidos pelos empregados (39,6 horas) e empregadores (37,5 horas). (Foto: Unsplash)
- Os trabalhadores familiares auxiliares trabalham em média 28 horas semanais. (Foto: Unsplash)
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgada esta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que os trabalhadores por conta própria gastam mais tempo na atividade profissional do que empregados e patrões. Em média, eles trabalham 45,3 horas semanais, enquanto a média nacional é de 39,1 horas.
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O IBGE classifica os trabalhadores em diferentes categorias:
* Trabalhador por conta própria: pessoa que trabalha explorando o seu próprio empreendimento, sozinha ou com sócio, sem ter empregado e contando, ou não, com ajuda de trabalhador não remunerado de membro da unidade domiciliar em que reside.
* Empregado: pessoa que trabalha para um empregador, com ou sem carteira assinada.
* Empregador: pessoa que emprega outras pessoas em sua empresa ou empreendimento.
* Trabalhador familiar auxiliar: pessoa que ajuda a atividade econômica de um parente, sem remuneração.
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Os dados mostram que os trabalhadores por conta própria são os que mais passam horas no ofício, seguidos pelos empregados (39,6 horas) e empregadores (37,5 horas). Os trabalhadores familiares auxiliares trabalham em média 28 horas semanais.
Apesar de trabalharem mais, os trabalhadores por conta própria recebem o menor rendimento. O rendimento médio mensal deles é de R$ 2.682, enquanto o rendimento médio nacional é de R$ 3.215. Os empregadores são os que recebem o maior rendimento, com R$ 8.240.
As horas trabalhadas variam de acordo com a região. Os trabalhadores por conta própria em São Paulo são os que mais passam tempo nas atividades, com 46,9 horas semanais. Já os empregados de São Paulo lideram o ranking de horas trabalhadas semanalmente, com 40,7 horas.
A pesquisa também mostra que o desemprego no país no quarto trimestre foi o menor já registrado em 14 estados. No entanto, o desemprego e a informalidade estão mais presentes na vida de pessoas pretas e pardas do que das brancas.
Os trabalhadores por conta própria são os que mais passam horas no ofício, mas recebem o menor rendimento. É importante destacar as diferenças regionais e as desigualdades no mercado de trabalho, especialmente em relação ao desemprego e à informalidade. A pesquisa do IBGE fornece informações valiosas para entender o comportamento do mercado de trabalho no Brasil.
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