
Noiva e noivo nas primeiras cenas de ‘Elize: Sombras de uma Mulher’ (Foto: Instagram)
Nesta terça-feira (07), a Netflix divulgou as primeiras cenas do longa ‘Elize: Sombras de uma Mulher’, que reconstitui a trajetória da ré do caso Matsunaga. Ainda sem data definida, o filme deve chegar às telas em 2026. Com produção brasileira, a obra traz um olhar dramático sobre esse crime que marcou o Brasil.
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‘Elize: Sombras de uma Mulher’ será um longa de gênero policial e drama. A trama gira em torno do assassinato do empresário Marcos Matsunaga, herdeiro da Yoki, executado e esquartejado pela então esposa em 2012, em Vila Leopoldina, São Paulo. Com forte apelo midiático, esse caso teve repercussão nacional e inspira a narrativa do filme.
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A direção fica a cargo de Vellas, enquanto Raphael Montes e Mariana Torres assinam o roteiro. O elenco é liderado por Lorena Comparato no papel de Elize Matsunaga. A Boutique Filmes conduz a produção, que busca equilibrar o suspense policial com a construção psicológica da protagonista.
O longa pretende não apenas reconstituir o crime, mas também detalhar a vida de Elize antes dos fatos que ganharam notoriedade. A história aborda sua infância difícil, a mudança para São Paulo e o relacionamento conturbado com Marcos, apontando para as tensões que antecederam o homicídio.
Até o momento, a Netflix não definiu a data oficial de estreia, mas confirmou que o trailer será divulgado nesta quarta-feira (08). A expectativa é que o material adicione pistas sobre o tom e o estilo da produção.
Relembre o caso: em maio de 2012, Elize Araújo Kitano Matsunaga matou o marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, com um disparo na cabeça. Em seguida, ela esquartejou o corpo, acondicionou partes em malas e as dispersou em uma área de mata em Cotia, Grande São Paulo, antes de se entregar à polícia.
Durante o processo, Elize alegou ter sido vítima de agressões e infidelidades de Marcos, justificando seu ato. A investigação corroborou a dinâmica apresentada por ela, embora a motivação tenha sido amplamente discutida no julgamento de 2016, quando ela foi condenada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
A pena de 19 anos e 11 meses foi reduzida para 16 anos e três meses em recursos posteriores. Após cumprir cerca de dez anos em regime fechado, Elize obteve liberdade condicional em maio de 2022. Desde então, cumpre as condições impostas pela Justiça fora do sistema prisional.








