A modelo ucraniana Maria Kovalchuk foi encontrada gravemente ferida à beira de uma estrada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A jovem afirma ter sido agredida após participar de uma festa frequentada por integrantes da elite russa e ucraniana.
Segundo relato ao Daily Mail, Maria estava hospedada em um hotel de luxo quando perdeu um voo para a Tailândia após adormecer. Pouco depois, ela teria recebido ajuda de um rapaz de 19 anos que conheceu na noite anterior em um karaokê, que lhe ofereceu hospedagem e transporte até o destino.
Ao chegar ao novo hotel, a jovem afirma ter sido levada para uma festa onde estavam empresários, influenciadores e outros convidados. Maria relatou que havia consumo de álcool e substâncias ilegais no local e que foi pressionada a participar de atividades que não desejava. “Havia álcool e substâncias ilegais. Tentaram convencer-me a participar”, afirmou.
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Segundo a modelo, a situação se agravou após ela se recusar a manter relações com participantes da festa. “Disseram-me: ‘és nossa propriedade, podemos fazer o que quisermos’”, declarou.
A jovem afirma que conseguiu fugir e se esconder em uma área de construção, mas acabou localizada. De acordo com seu relato, ela foi agredida e posteriormente abandonada à beira de uma estrada.
Maria foi encontrada por um motorista que passava pelo local e levada para um hospital. Ela permaneceu em coma durante vários dias. Quando recuperou a consciência, descobriu que havia sofrido fraturas nas vértebras, braços, pernas e lesões no ombro. “Não sabia quem era, nem onde estava. Durante muito tempo, nem sabia dizer o meu nome”, contou.
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Atualmente vivendo na Noruega com a mãe, Maria já passou por dez cirurgias e segue em recuperação. Segundo ela, por um longo período precisou de ajuda para caminhar devido à gravidade dos ferimentos. Apesar disso, a jovem afirma que tenta retomar a rotina, estudando maquiagem em Paris.
As autoridades de Dubai investigaram o caso, mas concluíram que a modelo sofreu os ferimentos após cair de uma grande altura em uma área de construção restrita. Os homens apontados por Maria como responsáveis pelas agressões foram interrogados e posteriormente liberados sem acusações.
A modelo contesta a versão oficial e afirma que provas que poderiam sustentar seu relato não foram preservadas. “Até hoje, as quatro pessoas que fizeram isto comigo continuam livres e não sofreram nenhuma consequência”, declarou.
















