O ator brasileiro Wagner Moura poderá ser deportado se criticar ou defender o posicionamento mais rígido do governo norte-americano em relação às facções criminosas brasileiras, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho. O presidente Donald Trump anunciou na última semana que esses grupos agora serão considerados como terroristas pelos EUA e algumas mudanças poderão ocorrer.
Na prática, porém, uma possível deportação não acontece apenas por alguém discordar ou criticar o governo dos Estados Unidos. O que pode gerar esse tipo de medida são situações mais concretas, como violação de regras de visto, problemas com a permanência no país ou envolvimento direto com atividades ilegais. Ou seja, uma opinião política ou um posicionamento mais progressista, por si só, não costuma ser motivo para expulsão.
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Ainda assim, em um cenário de maior tensão política, declarações públicas que sejam interpretadas como apoio a organizações consideradas terroristas podem gerar investigação ou questionamentos por parte das autoridades de imigração. Mesmo assim, qualquer decisão desse tipo depende de análise caso a caso e de provas, ou seja, o artista brasileiro precisa tomar cuidado com o que fala publicamente.
















