
Vovozona e policial Ronei serão julgados por tentativa de homicídio (Foto: Instagram)
O influenciador Maxsuwell Celso Rodrigues, mais conhecido como “Vovozona” nas redes sociais, e o policial militar baiano Ronei da Silva Santos serão julgados por tentativa de homicídio qualificado. Ambos respondem à ação penal após um disparo ocorrido durante um evento em que participavam como convidados, e a Justiça determinou que o caso seja submetido a júri popular.
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Maxsuwell ganhou projeção nacional por aparecer nos vídeos produzidos por Carlinhos Maia, incluindo o “Rancho do Maia”. Antes de se tornar influenciador, ele trabalhava como motorista de van, função em que transportava Carlinhos e seus amigos para uma série de compromissos. A convivência nas viagens o aproximou do criador de conteúdo, até que o convidaram a integrar oficialmente a equipe de personagens e colaborações.
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Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público, a confusão teve início após um esbarrão entre os dois réus e outra pessoa em um local de festa. O inquérito aponta que, em meio ao desentendimento, o PM Ronei da Silva Santos questionou Maxsuwell sobre o ocorrido. Em resposta, o influenciador teria dito “vá buscar o brinquedo, vá buscar o brinquedo”, em suposta alusão a uma arma de fogo, o que teria escalado ainda mais a tensão.
O procedimento judicial relata que, logo depois, o policial sacou uma pistola calibre 9 mm e efetuou disparos na direção da vítima, atingindo-a no abdômen. Com base nesses fatos, a decisão do juiz estabeleceu que ambos sejam acusados de tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil, levando o caso a julgamento pelo Tribunal do Júri.
Esta não é a primeira vez que o nome de “Vovozona” aparece em registros policiais. Em abril do ano anterior, ele foi detido em uma operação de combate ao tráfico de drogas em Penedo, Alagoas. Em seguida, obteve habeas corpus em 15 de maio e deixou o presídio, retornando ao convívio social enquanto aguardava o desenrolar das investigações.
A defesa de Maxsuwell afirmou que, na ocasião da prisão em Alagoas, não foi apreendido qualquer material ilícito em sua posse. Sustentam que ele teria sido citado apenas em uma ligação telefônica na qual mencionou uso próprio de entorpecentes, sem envolvimento com organização criminosa, e ressaltam que aguardam a produção de provas em juízo para comprovar sua inocência.








