
Casal do Texas preso por montar rede de prostituição envolvendo policiais (Foto: Instagram)
Na última quarta-feira (15), as autoridades do Texas, nos Estados Unidos, prenderam um casal suspeito de organizar um esquema de prostituição que contava com a participação de policiais como clientes. Eles são acusados de selecionar e treinar mulheres para oferecerem serviços sexuais, tudo coordenado na residência do casal. A ação marcou o desmantelamento de uma rede que explorava o mercado sexual em troca de pagamento, segundo a polícia local.
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De acordo com a polícia americana, Ashley Ketcherside compartilhava seu conhecimento do mercado sexual com mulheres iniciantes, preparando-as para atender aos policiais envolvidos no esquema. As investigações apontam que o marido dela, Michael Ketcherside, era o coordenador principal e já havia sido detido em 8 de abril por agentes de imigração.
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Logo após a prisão de Michael, Ashley declarou à Fox 4: “Michael é um ótimo marido, um pai incrível para os meus três filhos, e eu acredito no sistema judiciário”. Apesar das defesas do casal, as autoridades seguem investigando possíveis outras pessoas envolvidas na rede de exploração sexual.
Durante as apurações, a polícia descobriu que o casal recebia em casa pelo menos dois policiais que pagavam pelos programas de prostituição. Nessas ocasiões, além de disponibilizar o local, Ashley ministrava treinamentos às mulheres sobre técnicas e procedimentos para atender os oficiais.
Um dos policiais identificados foi Solomon Omotoya, que em sua defesa afirmou que “dois adultos que consentem devem ter o direito de fazer o que quiserem”. Sob interrogatório, porém, ele acabou mencionando outro envolvido: Matthew Cantrell, ex-chefe de polícia da cidade de Godley, cuja colaboração foi crucial para definir os valores cobrados pelos serviços de Ashley.
Conforme o código penal do Texas, oferecer ou solicitar sexo em troca de dinheiro ou outros bens configura crime. A legislação estadual trata a solicitação de prostituição com rigor, podendo enquadrar a conduta como crime grave e acarretar pena de prisão, de acordo com as circunstâncias e a gravidade do caso.








