Família da repórter da Band Minas toma medidas após confirmação de morte encefálica

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Alice Ribeiro durante sua passagem pela Band Minas (Foto: Instagram)

A família da repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, anunciou novas providências depois que foi confirmada a morte encefálica da comunicadora. Ela sofreu um grave acidente na BR-381, em Sabará, na Região Metropolitana de Minas Gerais, na quinta-feira (16), e deu entrada em estado crítico no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.

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Alice estava em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João XXIII, na Região Centro-Sul da capital mineira, com diagnóstico de traumatismo craniano e múltiplas fraturas. O protocolo para atestar a morte encefálica foi iniciado pela manhã e concluído à noite, após uma série de exames que confirmaram a perda irreversível das funções cerebrais.

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Em comunicado oficial, a família informou que fará a doação de rins, pâncreas, fígado e córneas da jornalista. O coração dela, porém, não poderá ser aproveitado para transplante por inviabilidade clínica, conforme avaliação médica.

O veículo em que Alice estava colidiu de frente com um caminhão na BR-381. O cinegrafista Rodrigo Lapa, que dirigia o carro, morreu no local do acidente e foi sepultado na quinta-feira (16), em Belo Horizonte. A tragédia abalou colegas de trabalho e a comunidade local.

A Band Minas lamentou profundamente a perda de Alice Ribeiro e declarou estar prestando todo o apoio necessário à família. A jornalista integrava a equipe da emissora desde agosto de 2024 e, antes disso, atuou na Band Brasília e em uma afiliada da TV Globo em Feira de Santana (BA). Alice deixa os pais, o irmão, o marido e um filho de nove meses. O caso segue sob investigação das autoridades competentes.