
Giovanna Roque e MC Ryan SP em apoio mútuo após prisão (Foto: Instagram)
A influenciadora Giovanna Roque quebrou o silêncio e comentou pela primeira vez a detenção de seu namorado, o funkeiro MC Ryan SP, pela Polícia Federal na manhã de quarta-feira (15 de abril de 2026), no litoral norte de São Paulo. A prisão integra a Operação Narcofluxo, deflagrada para combater crimes financeiros e lavagem de dinheiro.
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A ação policial também resultou na prisão de MC Poze do Rodo, do casal de influenciadores Chrys Dias e Débora Paixão, e de Raphael Sousa Oliveira, administrador da página “Choquei”. Mesmo sem mencionar diretamente o fato, Giovanna afirmou acreditar que “a verdade sempre encontra seu caminho” e ressaltou a união do casal: “Estamos juntos nisso, em cada passo, em cada dificuldade. É esse ‘juntos’ que me dá certeza de que vamos superar tudo isso.”
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Em seguida, ela reforçou a cumplicidade: “Eu sigo ao seu lado, hoje e sempre. E sei que lá na frente vamos olhar para tudo isso com a cabeça erguida, mais fortes do que nunca.”
Antes desta prisão, MC Ryan SP já havia se envolvido em outra polêmica, registrada em 21 de abril de 2024, quando foi flagrado agredindo Giovanna Roque, mãe de sua filha, após anunciarem o término do relacionamento. Na ocasião, ela o acusou de ser “manipulador, narcisista e tóxico” e declarou que “não existe mudança para lixo”. O casal é pai e mãe de Zoe, que tinha pouco mais de um ano na época do incidente.
Apesar do histórico de desentendimentos, o relacionamento foi retomado em outubro de 2025, quando o cantor surpreendeu Giovanna com uma declaração romântica em Paris. Eles compartilharam o recomeço nas redes sociais, refletindo sobre aprendizados e etapas superadas ao assumir de novo a convivência e a criação conjunta da filha Zoe.
A Operação Narcofluxo tem como alvo uma associação criminosa dedicada à movimentação ilícita de valores no Brasil e no exterior, inclusive por meio de criptoativos. Segundo a Polícia Federal, o grupo utilizava um sistema estruturado para ocultar recursos, fazendo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações em criptomoedas, movimentando mais de R$ 1,6 bilhão. Cerca de 200 agentes cumpriram 90 mandados de busca e apreensão e prisão temporária em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal, apreendendo veículos, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que devem aprofundar as investigações.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A Polícia Federal ainda não detalhou o papel de cada um dos alvos, e o caso segue em apuração.








