‘Detalhe’ na morte de mulher dilacerada por pitbull chama atenção

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Pitbull pode não ter matado Maria José; marido é agora investigado (Foto: Instagram)

Em 16 de abril de 2026, o caso da morte de uma mulher em Bacabal, no interior do Maranhão, ganhou novos desdobramentos que geraram dúvidas entre internautas e na polícia local. Inicialmente, acreditava-se que um cão da raça pitbull fosse o responsável pelo ataque fatal, mas informações recentes colocaram essa versão em xeque. As autoridades continuam investigando as circunstâncias do ocorrido para esclarecer o que realmente levou à tragédia.

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Segundo relatos de quem atendeu a ocorrência, não foram encontrados vestígios de sangue no animal apontado como autor do ataque, o que despertou questionamentos sobre o que de fato aconteceu. Essa inconsistência chamou a atenção de internautas e motivou a polícia a aprofundar a apuração. As novidades foram divulgadas pelo repórter André Luiz, da página “Na Attiva”.

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Agora, além de reavaliar o papel do animal, a polícia também observa a conduta do marido da vítima, identificado como Jacaré, enquanto busca provas que confirmem ou refutem a hipótese inicial de ataque canino. No dia do incidente, estavam apenas Maria José Mariano, de 49 anos, o companheiro dela e o pitbull na propriedade.

O cachorro foi sacrificado logo após a ocorrência, em razão do risco atribuído inicialmente ao animal, mas a decisão ocorreu antes de surgirem as novas evidências que colocam em dúvida a versão original. Com isso, o caso permanece em investigação, a fim de determinar com precisão o que ocorreu naquela tarde.

O repórter Romarinho Bacabal esteve na fazenda onde aconteceu o fato e conversou com moradores da região. Seu Zé, um vizinho, relatou que ficou sabendo da morte quando as pessoas da comunidade começaram a comentar sobre o ocorrido. “Quando o povo chegou aqui, eu estava assistindo novela. Aí disseram que a mulher do Jacaré tinha sido morta. Depois falaram que foi o cachorro que matou ela”, contou.

De acordo com vizinhos, o casal morava na propriedade há anos. Jacaré trabalhava como eletricista e costumava sair cedo para o serviço, retornando apenas ao cair da noite, enquanto Maria José permanecia na fazenda. Ela era tida como pessoa reservada e raramente visitava casas de outros moradores. Além disso, cuidava de dois cães para a segurança do local e, segundo alguns relatos não confirmados oficialmente, teria dado banho em um dos pitbulls pouco antes do ataque.