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“Fact check”: como esse termo marca as Presidenciais americanas

Termos como “fact check” e “fake news” entraram em nosso vocabulário rotineiro, sobretudo a partir do ano 2016, onde às Presidenciais americanas, envolvendo Donald Trump e Hillary Clinton, protagonizaram campanhas em que suas mensagens surgiam como tendo tendenciosas, parciais e também por vezes com pouca verdade em suas apresentações de argumentos. 

Ora, tal como acontece nos jogos de cassino online autorizados, dando o exemplo do https://campobet.com/br/, é importante conhecer as regras do jogo, antes mesmo de o jogar, se não correrá o risco de não saber o que é real ou não. Ora, foi precisamente esse fenômeno de mentira e falsidade que fez com que, muitos eleitores americanos, fossem nas urnas com discursos políticos que pouco ou nada se aproximavam da realidade. Será que o mesmo está rolando com as Presidenciais 2020?

Em uma fase em que cada vez mais as maiores redes sociais do mundo estão tentando controlar as “fake news” de serem propagadas e compartilhadas, o problema do “fact check” está agora até sendo colocado durante os debates presidenciais, induzindo muitas vezes os americanos em erro. Mas não estará a democracia sendo colocada em causa, quando os cidadãos estão longe de terem acesso a informações fidedignas e imparciais?

Debate Presidencial de Trump e Biden levanta a questão

Havendo, de fato, um compromisso público de combate ativo às “fake news” (notícias falsas) – como surgiu com o Facebook ou o Twitter -, tentando evitar ao máximo as acusações de manipulação e até propagação de medo, como aconteceu nas eleições de 2016, acabaram sendo os dois candidatos presidenciais, Trump e Bide, que protagonizaram um primeiro debate recheado de falácias, levando a que muitos comentaristas o classificassem como sendo o “pior debate Presidencial dos EUA da história”.

Sempre com o objetivo de os dois candidatos passarem suas mensagens e ideias políticas com força e confiança, muitos “fact checkers” rapidamente apontaram vários “fatos alternativos” que foram ditos durante o debate. Não há dúvidas que cada vez mais a propagação de informação, mesmo que tendenciosa e mentirosa, tem somente o objetivo de conquista de mais votos, mesmo que a verdade seja colocada em segundo plano.

Porém, como os eleitores poderão votar no seu próximo líder, quando sabem que a propaganda é tendenciosamente mentirosa. Estará a democracia assegurada, quando os próprios americanos não sabem que fatos são realmente verdadeiros ou não? O problema é tão grave que, apesar da dificuldade que esse sistema iria provocar nos debates, já se pensa em colocar um “fact checker” para que os candidatos possam ser alertados, sempre que seu discurso não corresponda à verdade, ou tenha claras falácias.

A importância das redes sociais na propaganda política

Se há 10 anos a propaganda política se fazia sobretudo através da televisão, ou então da imprensa escrita, as eleições americanas de 2016 comprovaram que, atualmente, é impossível negar a importância que as redes sociais têm para chegarem ao máximo de pessoas possíveis. Ora, essa importância e esse maior “poder” trazem maiores responsabilidades, algo que muitos especialistas continuam condenando, apontando negligência à gestão que as principais redes sociais tiveram nessas mesmas eleições.

Sabendo agora, mais do que nunca, que se uma “mentira é compartilhada muitas vezes se pode tornar verdade aos olhos de muita gente”, o “fact checking” dentro dessas redes sociais nunca foi tão apertado, de forma a que tanto o discurso mentiroso, tendencioso e imparcial seja eliminado o mais rapidamente possível, mesmo que seja feito pelo próprio Presidente dos EUA, Donald Trump, que viu alguns “posts” eliminados pelo próprio Facebook.