- A decisão ordena que o governo desembolse os recursos imediatamente, revertendo a política de Trump de diminuir gastos do governo. (Foto: X)
- A decisão foi baseada na ordem do juiz Amir Ali, do distrito de Washington, que determinou a liberação imediata dos fundos para contratados e beneficiários de subsídios da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e do Departamento de Estado. (Foto: X)
- Trump enfatizou que seu foco é construir as forças armadas mais poderosas do futuro e que o “Domo Dourado” é um passo importante nessa direção. (Foto: X)
- Além disso, ele apresentou um plano ambicioso para implementar um sistema de defesa antimísseis chamado “Domo Dourado” (Golden Dome), semelhante ao sistema de defesa “Domo de Ferro” de Israel. (Foto: X)
- Trump mencionou a suposta correspondência em discurso no Congresso na terça-feira (04/03/2025). (Foto: Reprodução/TV Globo)
- A publicação citada por Nikiforov, que Trump teria confundido com uma carta, foi um post de Zelensky no “X”. A publicação foi feita no último fim de semana. (Foto: Reprodução/TV Globo)
- Segundo o porta-voz de Zelensky, Serhiy Nikiforov, Trump, na verdade, se referia a uma publicação do mandatário ucraniano nas redes sociais. (Foto: Reprodução/TV Globo)
- O governo da Ucrânia negou que o presidente Volodymyr Zelensky tenha enviado uma carta à Donald Trump. (Foto: Reprodução/TV Globo)
- Na terça-feira (04/03), durante discurso do Estado da União no Congresso dos EUA, Trump disse que os EUA obterão controle da Groenlândia “de um jeito ou de outro”. (Foto: Reprodução/TV Globo)
- A fala de Egede veio após Trump reiterar seu interesse em assumir o controle da ilha do Ártico. (Foto: Reprodução/TV Globo)
- “Queremos trabalhar com todos pela segurança internacional, e acho que conseguiremos, de uma forma ou de outra”, avisou Trump. (Foto: Reprodução/TV Globo)
- Múte rejeitou o interesse de Trump e afirmando que a “Groenlândia pertence aos groenlandeses”. (Foto: Instagram)
- O primeiro-ministro da Groenlândia, Múte B. Egede, rebateu os comentários do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. (Foto: Reprodução/Nyheder – TV2)
- O gesto nazista feito por Elon Musk, dono da marca dos carros incendiados, teria sido a principal motivação do protesto, segundo o comunicado do grupo no evento da posse de Donald Trump, no dia 20 de janeiro de 2025. (Foto: Reprodução)
- Em resposta às taridas de Trump, Canadá retira bebidas alcoólicas dos EUA das prateleiras dos mercados. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
- Mercados canadenses estão ordenando a retirada de produtos americanos das prateleiras após tarifas de Donald Trump. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
- Donald Trump (Foto: Fox)
- A Rússia concordou em ajudar a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, nas negociações com o Irã sobre o programa nuclear do país e seu apoio a grupos regionais antiamericanos, segundo fontes envolvidas nas discussões (Foto: Flick U.S. Government)
- A administração Trump, por sua vez, mantém sua política de “pressão máxima” e reforça que não tolerará o desenvolvimento de armas nucleares por parte do Irã, além de condenar seu apoio a grupos terroristas (Foto: Flick U.S. Government)
- Donald Trump é uma personalidade influente (Foto: Flick U.S. Government)
A Suprema Corte dos EUA decidiu, por 5 a 4, rejeitar a ordem executiva do presidente Donald Trump que congelava US$ 2 bilhões (cerca de R$ 11,6 bilhões) em ajuda internacional. A decisão ordena que o governo desembolse os recursos imediatamente, revertendo a política de Trump de diminuir gastos do governo.
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A decisão foi baseada na ordem do juiz Amir Ali, do distrito de Washington, que determinou a liberação imediata dos fundos para contratados e beneficiários de subsídios da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e do Departamento de Estado. A ordem de Ali havia dado prazo até 26 de fevereiro para o governo desembolsar os fundos, que somam quase US$ 2 bilhões e poderiam levar semanas para serem pagos integralmente.
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A Suprema Corte, liderada pelo presidente John Roberts, e a conservadora Amy Coney Barrett se juntaram aos três juízes liberais para formar maioria e rejeitar o pedido da administração Trump. Os juízes conservadores Samuel Alito, Clarence Thomas, Neil Gorsuch e Brett Kavanaugh discordaram. A decisão é uma derrota para Trump em sua investida por diminuir gastos do governo.
A ordem de Trump foi emitida em seu primeiro dia de volta ao cargo, em 20 de janeiro, como parte de sua agenda “EUA Primeiro”. A ordem congelou toda a ajuda externa por 90 dias e colocou em risco a entrega de alimentos e assistência médica. Além disso, a administração Trump fez demissões em massa na USAID, a maior agência de ajuda humanitária no mundo, e manteve apenas 6% da força de trabalho.
Organizações de ajuda argumentaram na Suprema Corte que “sofreriam danos extraordinários e irreversíveis se o congelamento dos fundos continuasse”, assim como seus funcionários e as populações que dependem de seu trabalho. A retirada dos EUA da ajuda internacional coloca em risco a vida de milhões de pessoas vulneráveis, incluindo aquelas afetadas por doenças fatais e que vivem em zonas de conflito.
Trump defendeu suas políticas em um discurso no Congresso, argumentando que são necessárias para reformular e reduzir o governo federal. No entanto, a decisão da Suprema Corte é uma derrota para sua administração e pode ter implicações significativas para a política de ajuda internacional dos EUA.
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