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Covid-19: variante japonesa pode ser mais resistente a vacinas

A variante japonesa do Coronavírus, a E484K (também chamada de EeK) pode ser mais resistente às vacinas. Segundo uma reportagem da TV NHK-World Japan, a cepa infectou cerca de 70% dos pacientes com Covid-19 no hospital de Tóquio em março.

++ Estudos apontam que variante britânica não causa Covid mais grave

A variante tem uma mutação na proteína S do vírus, que é responsável por “facilitar” a entrada dele na célula humana e a primeira a ser atingida pelos anticorpos da vacina, de acordo com Flavio da Fonseca, presidente da Sociedade Brasileira de Virologia (SBV), em entrevista ao site R7.

De acordo com as informações, “a mutação E484K muda um aminoácido E para um aminoácido K”. Dessa forma, ela atinge diretamente em um ponto onde parte dos anticorpos formados pela vacina agem.

“Com a alteração, eles deixam de se ligar com tanta eficácia. Não é um bloqueio total, mas certamente a resposta imune provocada pela vacina fica um pouco prejudicada”, explica a reportagem, que ressalta que ainda não há estudos sobre a letalidade da EeK. Ou seja, se ela provoca mais mortes por Covid-19 que as demais mutações.

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