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Ex-presidente do Grammy acusa Academia de fraude nas indicações; entenda todas as polêmicas

A premiação que acontecerá no próximo domingo (26) se envolveu em algumas polêmicas nos últimos dias, e acusações não faltam. Dentre diversos rumores, está a da ex-presidente Deborah Dugan, que denunciou a academia por fraude nas indicações.

A ex-presidente está de licença administrativa, mas as suas declarações deram o que falar, principalmente por insinuar que os membros indicam pessoas nas quais têm alguma proximidade ou interesse profissional. De acordo com a Pitchfork, o advogado da ex-presidente denunciou corrupção, racismo e até abuso sexual dentro da Academia.

Em meios as afirmações, Dugan pontou que houve uma fraude na indicação de “Canção do ano”, em 2019, quando, segundo ela, Ariana Grande e Ed Sheeran foram os mais votados, mas foram ignorados e substituídos por outros.

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Em resposta a estas acusações, a Recording Academy enviou uma nota oficial para a Variety se defendendo, e colocando a prova a veracidade destas acusações: “É curioso que a Sra. Dugan nunca deixou claras essas graves alegações até uma semana depois que as queixas legais foram feitas contra ela pessoalmente por uma funcionária que alegou que a Sra. Dugan havia criado um ambiente de trabalho tóxico e intolerável e engajado em conduta abusiva e de bullying. Quando a Sra. Dugan falou sobre seus incômodos ao RH, ela especificamente instruiu o RH a ‘não fazer nada’ em resposta”, disse a nota.

A Recording Academy ainda salientou que Dugan foi “afastada administrativamente apenas depois de oferecer seu posto e demandar US$ 22 milhões da Academia, que é uma organização sem fins lucrativos”, e que a lealdade da organização sempre será aos membros da indústria musical.

Para finalizar, a organização salientou que iniciaram investigações “para rever tanto a potencial falha de conduta da Sra. Dugan quanto as subsequentes alegações”. Segundo a entidade, ambas as investigações seguem em curso.

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