- Esse fenômeno, conhecido como bioluminescência, é raro e fascinante, e foi presenciado por muitas pessoas que estavam na praia. (Foto: Leonardo da Costa)
- Segundo o biólogo José Ataliba, a bioluminescência é causada por bilhões de algas unicelulares chamadas Noctiluca scintillans. (Foto: Leonardo da Costa)
- Essas algas brilham devido a uma reação química que ocorre quando um pigmento chamado luciferina entra em contato com o oxigênio. (Foto: Leonardo da Costa)
- Isso ocorre principalmente no verão, quando a temperatura da água é mais alta e há uma maior concentração de nutrientes. (Foto: Leonardo da Costa)
- Embora o fenômeno possa estar relacionado à presença de nitrogênio na água, que pode ser um indicador de poluição, o especialista destaca que isso não é a única explicação. (Foto: Leonardo da Costa)
- O oceanógrafo Hugo Gallo reforça que a bioluminescência não tem regra específica para acontecer e que muitas vezes ocorre em águas extremamente limpas, com pouca poluição. (Foto: Leonardo da Costa)
- O oceanógrafo explica que, quando o fenômeno acontece em áreas rasas, qualquer movimento da água “ativa” esse brilho. Então, quando uma onda se forma ou um barco cruza o mar, a bioluminescência se intensifica, deixando um rastro cintilante no mar. (Foto: Leonardo da Costa)
- A Praia de Itamambuca está parcialmente imprópria para banho, de acordo com o último boletim da Cetesb, divulgado na última terça-feira (4). A área próxima ao Rio Itamambuca, que deságua no mar, está com bandeira vermelha, enquanto a maior parte da praia segue com bandeira verde. (Foto: Leonardo da Costa)
Na noite de sexta-feira (7), a Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP), foi palco de um espetáculo natural único: ondas do mar brilhando em um tom azul fluorescente. Esse fenômeno, conhecido como bioluminescência, é raro e fascinante, e foi presenciado por muitas pessoas que estavam na praia.
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Segundo o biólogo José Ataliba, a bioluminescência é causada por bilhões de algas unicelulares chamadas Noctiluca scintillans. Essas algas brilham devido a uma reação química que ocorre quando um pigmento chamado luciferina entra em contato com o oxigênio. Isso ocorre principalmente no verão, quando a temperatura da água é mais alta e há uma maior concentração de nutrientes.
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Embora o fenômeno possa estar relacionado à presença de nitrogênio na água, que pode ser um indicador de poluição, o especialista destaca que isso não é a única explicação. O oceanógrafo Hugo Gallo reforça que a bioluminescência não tem regra específica para acontecer e que muitas vezes ocorre em águas extremamente limpas, com pouca poluição.
O oceanógrafo explica que, quando o fenômeno acontece em áreas rasas, qualquer movimento da água “ativa” esse brilho. Então, quando uma onda se forma ou um barco cruza o mar, a bioluminescência se intensifica, deixando um rastro cintilante no mar.
A Praia de Itamambuca está parcialmente imprópria para banho, de acordo com o último boletim da Cetesb, divulgado na última terça-feira (4). A área próxima ao Rio Itamambuca, que deságua no mar, está com bandeira vermelha, enquanto a maior parte da praia segue com bandeira verde.
O influenciador digital Leonardo da Costa Dantas foi um dos sortudos que presenciaram e compartilharam registros do momento nas redes sociais. Ele conta que já havia visto o fenômeno antes, mas nunca com tamanha intensidade. “Ubatuba é sensacional! Às vezes [a bioluminescência] aparece na Praia Vermelha do Centro ou na Ilha Anchieta… Mas dessa forma é a primeira vez que eu vejo”, relatou.
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