- Apesar de criticar o “tarifaço” de Trump, Alckmin disse que a reação do Brasil ao não deve ser uma retaliação “olho por olho”. (Foto: Divulgação/Agência Brasil)
- “O caminho não é olho por olho. Se fizer olho por olho, vai ficar todo mundo cego.”, iniciou Alckmin. (Foto: Divulgação/Agência Brasil)
- Para Alckmin, a resposta brasileira deve ser pautada pela lógica “ganha ganha” e dada após diálogo com os norte-americanos. (Foto: Divulgação/Agência Brasil)
- “Comércio exterior é ganha, ganha. Vence quem tem mais competitividade para exportar e ganha o conjunto da sociedade. O caminho é a reciprocidade e buscar diálogo.”. (Foto: Divulgação/Agência Brasil)
- “A medida dos Estados Unidos sobre aço e alumínio não foi contra o nós. Foi equivocada. O Brasil não é problema para os EUA. Eles têm superávit comercial com o Brasil”, afirmou o vice de Lula. (Foto: Divulgação/Agência Brasil)
- Donald Trump assinou segunda-feira (14/02/2025) um decreto que impõe tarifas de 25% para todas as importações de aço e alumínio para o país a partir de 12 de março. (Foto: Agência Brasil)
- A imposição de tarifas sobre aço e alumínio pode ter consequências significativas para o comércio internacional, incluindo a possibilidade de retaliação por parte de outros países. (Foto: X)
- A medida vai atingir importações de metal de todos os países, incluindo antigos aliados e importantes exportadores de aço e alumínio para os EUA, como é o caso brasileiro. (Foto: X)
- Brasil busca negociação com EUA para reduzir impacto de tarifas sobre aço e alumínio (Foto: 60 Minutes)
Nesta última quinta-feira (13/03), Geraldo Alckmin (PSB) criticou o “tarifaço” de Donald Trump nas importações do aço e do alumínio. No entanto, o vice-presidente e ministro do governo Lula (PT), defendeu a importância do diálogo.
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Vice-presidente reforçou a importância do diálogo e rejeitou retaliação aos EUA
Segundo Alckmin, a sobretaxação de Trump prejudicará não só o Brasil, mas também o comércio global: “A medida tomada de aumentar para 25% a tarifa de aço e de alumínio não foi contra o Brasil, foi uma medida geral. Não foi específica.“, destacou ele logo a princípio. Na sequência, o ministro do MDIC criticou a decisão do governo americano. Afinal, os EUA têm superávit comercial com o Brasil, inclusive com tarifa zerada para a maioria dos produtos: “Entendemos que a decisão é equivocada porque o Brasil não é problema comercial para os Estados Unidos.“, disse.
Apesar do presidente Lula já ter subido o tom com Trump, posteriormente Alckmin disse: “O caminho não é olho por olho. Se fizer olho por olho, vai ficar todo mundo cego. Comércio exterior é ganha, ganha.“, declarou. “Ganha quem tem mais competitividade para exportar e ganha o conjunto da sociedade. O caminho é a reciprocidade e buscar diálogo.“, completou por fim.
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Em suma, segundo dados do Departamento do Comércio do governo norte-americano, cerca de 25% do aço e 50% do alumínio usados no país são importados. Enfim, o Brasil é o 2º maior fornecedor dos EUA, atrás apenas do Canadá.
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