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As propostas dos candidatos à presidência para as mulheres

 

As eleições acontecem no próximo domingo (7), e pesquisar sobre as propostas dos candidatos à presidência é uma ótima opção para quem ainda está na dúvida.

Veja a seguir, as propostas dos candidatos à Presidência da República para as mulheres:

1. Álvaro Dias: O programa prevê primeiro emprego e capacitação para jovens, além do acesso universal a creches às mães que trabalham. No projeto, lê-se:

“Família Unida:

Acesso universal a creches às mães que trabalham

500 CETs (Centros de Educação para o Trabalho)

1º Emprego, capacitação e remuneração para 1 milhão de jovens

Mais vida útil e saudável para seniores por novas capacitações e lazer”

2. Cabo Daciolo é contra que até mesmo a discussão do aborto seja considerada normal. 

3. João Amoedo não cita mulheres em nenhum momento de seu plano. 

4. O programa de governo de Henrique Meirelles quer incentivar a redução da diferença salarial entre homens e mulheres.

O programa diz: “As mulheres, por exemplo, trabalham, em média, três horas por semana a mais do que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas. Mesmo assim, e ainda contando com um nível educacional mais alto, ganham, em média, 76,5% do rendimento dos homens”.

E completa com uma meta: “Incentivar a redução da diferença salarial entre homens e mulheres, respaldado pela nova lei do trabalho aprovada em 2017”.

5. Geraldo Alckmin planeja ações de prevenção da gravidez precoce e a promoção de um pacto nacional de redução da violência contra mulheres

“Vamos fomentar ações voltadas à prevenção da gravidez precoce, adotando estratégias educativas de sensibilização de adolescentes e apoio integral no caso de gestação”.

“Vamos estabelecer um pacto nacional para a redução de violência contra idosos, mulheres e LGBTI e incentivar a criação de redes não-governamentais de apoio ao atendimento de vítimas de violência racial e contra tráfico sexual e de crianças”.

6. O programa de Jair Bolsonaro fala em promover o bem-estar de gestantes e combater estupro de mulheres e crianças. 

Sobre as gestantes, o programa do candidato anota: “Um exemplo de prevenção: Saúde bucal e o bem estar da gestante. Estabelecer nos programas neonatais em todo o país a visita ao dentista pelas gestantes. Onde isso foi implementado, houve significativa redução de prematuros”.

Sobre o combate ao estupro, o candidato não apresenta nenhum texto, somente um gráfico intitulado “Brasil: distribuição percentual das vítimas de estupro no total de casos e nos estupros coletivos, segundo fases da vida da vítima (2016)”.

7. Ciro Gomes tem um subcapítulo inteiro dedicado à mulher. O texto inclui garantir a reserva de 30% de candidaturas para mulheres, iniciativas para diminuir disparidade entre homens e mulheres no mercado de trabalho e a não criminalização da mulher que aborta de forma legal, entre outras coisas. 

A proposta também prevê educação para empoderamento de meninas e iniciativas que prometem fazer com que a Lei Maria da Penha seja cumprida e profissionais estejam mais preparadas para acolher possíveis vítimas.

8. Marina Silva tem um subcapítulo dedicado especificamente para a mulher. Nele, há planos para proteger mulheres da violência, garantir mais igualdade no mercado de trabalho, apoiar o empreendedorismo feminino, além de iniciativas voltadas para o planejamento familiar e oferta de anticoncepcionais em farmácias populares.

9. Boulos tem um capítulo especialmente dedicado às mulheres, além de incluir mulheres em vários dos diferentes tópicos. O texto estabelece o comprometimento de 1% do PIB no combate da violência à mulher, na legalização do aborto e atenção às mulheres de minorias em suas iniciativas.

10. No plano de governo, Haddad pretende aumentar a autonomia econômica e os direitos das mulheres. O candidato pretende criar o “Ministério das Mulheres” que irão garantir a igualdade nos salários entre homens e mulheres.

Além disso, no texto, ele diz que pretende retomar e “consolidar as políticas implementadas pelos governos Lula e Dilma para o enfrentamento a todas as formas de violência contra a mulher, por meio da integração e ampliação dos serviços e medidas preventivas de proteção e de atenção, como a Casa da Mulher Brasileira, e as promovidas pelo enfrentamento ao feminicídio, e com a Lei Maria da Penha” e “promover a saúde integral da mulher para o pleno exercício dos direitos sexuais e reprodutivos e fortalecerá uma perspectiva inclusiva, não-sexista, não-racista e sem discriminação e violência contra LGBTI+ na educação e demais políticas públicas”.

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