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Suzana Alves, a eterna Tiazinha, falou sobre “Depressão” e “Pânico” que a personagem lhe causou

Um dos maiores símbolos sexuais dos anos 1990, Suzana Alves revelou na noite desta quarta-feira (4) que mudou de vida com a exposição da personagem masoquista “Tiazinha”, no extinto “Programa H”, de Luciano Huck, na Band, mas também lhe provocou depressão e Síndrome do Pânico.

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“Eu achava que estava sendo filmada em todo lugar, não conseguia sair socialmente, fiquei em casa trancada porque eu sempre achava que havia perseguição, que estava todo mundo me olhando”, relatou a ex-Tiazinha, durante entrevista ao “Programa do Gugu”. “Superei o problema com a ajuda de amigos, da família e de bons profissionais [da medicina] que Deus colocou em meu caminho”, completou

A ideia da personagem foi criada por ela mesma, para esconder o rosto e, consequentemente, para que o seu pai não a reconhecesse.

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Suzana era ousada, vestia uma lingerie, máscara e chicote em mãos, ela conquistou o publico, e combinou com a emissora de receber o cachê de R$ 1 mil e participaria apenas de uma edição do programa, a atriz precista do dinheiro para pagar as duas mensalidades da faculdade que estavam atrasadas.

A “Tiazinha” e nem a produção do programa esperavam pelo sucesso da personagem, foi além das expectativas, o que fez com que a emissora a chamasse a atriz para assinar um contrato às pressas. Em apenas seis meses, o cachê de Suzana Alves foi de R$ 1 mil para R$ 40 mil, produtos licenciados, a carreira como cantora e entrevistas.

A personagem

“Mudou a minha vida. Saí da periferia e fui morar na zona sul [de São Paulo]. Comprei uma casa e ajudei a minha família. Ganhei muito dinheiro com a Tiazinha”, contou.

Afastamento da mídia

Suzana resolveu se afastar dos holofotes e decidiu aposentar a máscara quando estava no auge nos anos 2000.

“A fama me assustou no sentido de perder a minha privacidade, de não conseguir construir uma vida real. [A Tiazinha] virou um ícone muito grande, um mito, era uma personagem que descaracterizou a pessoa [Suzana Alves]. Não podia ir ao boteco tomar um chopp com as minhas amigas, não podia ir à praia. Eu pensei ‘meu Deus, eu quero a minha vida’ Tive que me isolar para me encontrar”, revelou para o Gugu.

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