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Bilionário e ex-surfista: saiba quem é o novo homem mais rico do Brasil. – Certa boataria de que Jorge Paulo Lemann viria ao camarote da Brahma (entre as suas empresas, está a Ambev, dona da cervejaria) neste sábado (16/02).

Está uma certa boataria de que Jorge Paulo Lemann viria ao camarote da Brahma (entre as suas empresas, está a Ambev, dona da cervejaria) neste sábado (16/02), ver as escolas campeãs do carnaval carioca. Depois dos boatos, foi confirmado que ele não só não virá, como se viesse, seria num camarote exclusivo e discreto.

Neste momento, Lemann esta ocupado com o trabalho e seus sócios Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, donos da 3G Capital, que detêm uma das mais tradicionais fabricantes de ketchup e mostarda do mundo, a Heinz. O fundo, junto com a Berkshire Hathaway, do bilionário americano Warren Buffett, comprou a empresa de 143 anos por US$ 28 bilhões, desse valor US$ 23,2 bilhões em dinheiro e ações e o restante em rolagem de dívida. Este é o quarto maior negócio de fusões e aquisições de bebidas e alimentos de todos os tempos.

Depois da queda nos preços das ações da empresa de Eike Batista, a Bloomberg nomeou Lemann como o brasileiro mais rico, com uma fortuna de US$ 19,9 bilhões, ocupando a 36º posição entre os mais ricos do mundo.

Vale lembrar que Lemann também é dono da rede de fast food Burger King, da América Latina Logística (ALL) assim como de ferro-vias nos EUA, das Lojas Americanas, da Submarino, Americanas.com e outros interesses difusos, sempre junto com Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira.

Nas últimas semanas, além da compra da Heinz por R$ 28 bilhões juntamente com o bilionário Warren Buffet, Lemann busca concretizar outro grande negócio. A AB Inbev quer comprar a cervejaria mexicana Corona, mas esbarra na legislação americana que pretende vetar o negócio com custo previsto de R$ 20 bilhões.

Apesar dos negócios bilionários, Lemann dedica 25% do seu tempo à filantropia. Ele participa ativamente do Endeavor, um portal de empreendedorismo brasileiro, e da Fundação Lemann, cuja missão é permitir o desenvolvimento de jovens brasileiros em universidades americanas, de acordo com informações do El Economista.