- Na prática não foi relatada nenhuma saída de forças da Ucrânia.(Foto: divulgação)
- Por lá os sobreviventes sofrem com a falta de suprimentos e serviços básicos. (Foto: Twitter)
- Segundo o governo ucraniano, os russos estão “fingindo” que não há diferença entre evacuar civis e rendição militar.(Foto: Pixabay)
- As tropas russas utilizaram armas de fogo e granadas de efeito moral para dispersar os manifestantes. (Foto: Pixabay)
- Segundo Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, as tropas do país tentaram evitar que a antiga usina nuclear não fosse tomada, mas apesar do esforço, os russos dominaram o local que possui resíduos nucleares. (Foto: Pixabay)
- Ainda para tentar se defender de um dos mais poderosos exércitos do mundo, o ministro ucraniano da Defesa, Oleksii Reznikov, convidou todos os cidadãos que estão preparados e conseguem pegar em uma arma para juntar-se às forças de defesa. (Foto: Pexels)
- Boris afirmou que o Reino Unido irá responder de forma decisiva, aplicando, junto com aliados, um “pacote de sanções econômicas” para “prejudicar a economia russa”. (Foto: Instagram)
- Os patrocinadores podem ser todos que tenham permissão para ficar no Reino Unido até seis meses. (Foto: Unsplash)
- “O presidente Putin escolheu uma guerra premeditada que vai causar uma perda catastrófica de vidas e sofrimento humano. A Rússia sozinha é responsável pelas mortes e pela destruição que este ataque vai causar, e os Estados Unidos e seus aliados vão responder de uma forma unida e decisiva. O mundo vai responsabilizar a Rússia”, disse Biden em comunicado. (Foto: Instagram)
- O presidente americano Joe Biden formou um grupo intitulado de “Equipe Tigre”, para lidar com os possíveis excessos russos. (Foto: Pixabay)
O presidente russo Vladimir Putin já havia demonstrado intenções de negociar as premissas de um possível acordo de paz, pessoalmente. Os dois líderes já haviam permitido que suas equipes de diplomatas discutissem e conduzissem negociações de paz, em terrenos neutros. Mesmo assim, para avançar nas tratativas, eventualmente chegaria o momento de se encontrarem. Dentre as exigências russas, o não envolvimento da Ucrânia com a OTAN é um destaque. O presidente ucraniano vem solicitando uma reunião direta com Putin desde janeiro deste ano, antes do conflito se tornar uma guerra. Talvez esse momento esteja mais próximo. Segundo apuração da BBC, o presidente russo já concordou em se encontrar, em algum momento, com Zelensky para debater o cessar-fogo.
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Esta última semana ficou marcada pelos ataques à cidade de Mariupol, na Ucrânia. Um prédio que abrigava civis foi bombardeado e pessoas soterradas. Para o presidente ucraniano, a Rússia vai ficar marcada na história por “crimes de guerra”, justamente por bombardear diretamente civis. Ele ainda afirmou que as negociações de paz não são fáceis, nem agradáveis, embora muito necessárias.
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Mariupol e a busca pelo acordo
Mariupol tem sido alvo russo desde o princípio, pois possui conexão com o Mar Negro, e faz parte do plano de Putin para “desmilitarizar” e “desnazificar” a Ucrânia. Os países do Ocidente acusam o presidente russo de iniciar uma guerra sem ser provocado, e cometer crimes, por dizimar cidades. Segundo o Conselho da ONU, pelo menos 847 civis já foram mortos durante a guerra, e 1399 ficaram feridos. O governo ucraniano ainda declarou que cerca de 112 crianças já foram assassinadas durante o conflito.
O chanceler britânico Rishi Sunak declarou que é muito cedo para afirmar o desenrolar das tratativas, assim como as medidas a serem acordadas. “Acho que o mais importante é que qualquer conversa sobre um acordo deve ser feita sob a ótica e termos da Ucrânia”, afirmou. Para ele, é necessário manter a pressão sobre Putin e fornecer apoio aos ucranianos enquanto não se estabelece um acordo final. Zelensky declarou que seu país busca desde o princípio uma solução pacífica e diplomática, e que agora mais do que nunca quer a paz.
De modo geral, o governo ucraniano e seus aliados são contra ceder territórios e abdicar de decisões reconhecidas pelo Conselho de Segurança da ONU. A vice-primeira-ministra da Ucrânia, Olha Stefanishyna, afirma que o território ucraniano foi estabelecido em 1991 e deve continuar em sua totalidade, sem ceder aos russos. As fronteiras são firmadas por um acordo fixado e reconhecido internacionalmente. Para ela, o que acontece na Ucrânia é um genocídio contra o povo, comandado por Putin. A prioridade do governo é o cessar-fogo e as garantias de segurança. O presidente Volodymyr Zelensky irá discursar em uma conferência com Israel na tarde de hoje (21) para pedir apoio e ajuda humanitária. Israel é um dos países que mantém neutralidade ao conflito.
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