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‘É normal fracassar na dieta’, dizem alguns especialistas

Nem sempre seguir uma dieta é fácil. Com tantas tentações, algumas pessoas até começam uma dieta, mas com os percalços – um hamburguer, uma batatinha frita ou até mesmo aquele brigadeiro, pode ser difícil manter o cardápio estabelecido.

Por isso, muitos especialistas ressaltam que o fracasso na dieta é inevitável na maioria das vezes. Outros nutricionistas apontam que, de fato, é difícil se manter na dieta, mas não impossível. Porém, há uma explicação por trás desse obstáculo, por conta do funcionamento do corpo – questão que ambos concordam, mesmo que entendam a dieta de pontos de vista diferentes.

Em relação ao funcionamento, as questões evolutivas contam. Embora hoje em dia a comida seja disponível nos supermercados, os nossos antepassados vivam com o medo de passar fome, e isso se perpetuou por um tempo razoável.

Com tantas restrições, o corpo se adaptou para se manter estável, a tendência é retomar o peso, e não perdê-lo. Assim, ao fazer uma dieta o cérebro não compreende que a gente quer emagrecer, só sabe que está com fome, logo, dá mais vontade de comer.

Com isso, os hormônios que controlam fome e saciedade acabam desajustados e o pâncreas reduz a liberação de insulina e, por isso, os pacientes pensem tanto em comida quando fazem dietas restritivas.

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Antidietas

Pensando nisso e visando a reeducação alimentar e a saúde, muitos nutricionistas tem seguido pela linha não-prescritiva, com um enfoque comportamental, com atenção especial à como se come, não apenas aos alimentos. Uma outra opção, é a “mindful eating”, que recorre às técnicas de atenção plena na hora das refeições.

Conhecidos como antidietas, estes profissionais não receitam um plano alimentar rígido, nem focam em cortar calorias da alimentação por si só. Em vez disso, optam por trabalhar junto ao paciente as formas de comer melhor, alinhadas às sensações de fome e saciedade.

A ideia é contemplar a alimentação de forma mais global: onde se come, quais emoções o paciente sente ao fazê-lo, com quem se senta à mesa. Entram na balança, portanto, fatores psicológicos, emocionais e sociais

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