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Turismo cruel: 15 atrações turísticas que maltratam os animais

Infelizmente, ainda é muito comum se deparar com atrações turísticas que maltratam os animais ao redor do mundo.

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Muitas vezes, os turistas nem percebem que estão incentivando as atrações turísticas que maltratam os animais, mas, a verdade é que enquanto continuar existindo investimento, esse tipo de turismo cruel não deixará de existir.

Há alguns anos, diversos países passaram a proibir os circos com animais. Diversos relatórios científicos e instituições que protegem os animais, mostram que o bem-estar dos bichos selvagens em circos ambulantes é insuficientemente garantido e recomendam a proibição do uso de animais nos circos.

Outra atração muito comum em alguns países é o show de baleias, golfinhos e focas. A foca, assim como os golfinhos e as baleias orca, são animais selvagem que não deveriam estar presos em parques para entreter turistas. Nos últimos anos, ex-treinadores e mergulhadores do SeaWorld, nos Estados Unidos, resolveram contar sobre os treinamentos exaustivos de golfinhos e baleias, que ainda são dopadas para “controlar” o natural comportamento agressivo.

Mas, além dos circos e shows com baleias, existem outras atrações turísticas que usam os animais como forma de entreter os turistas. Por mais que não fique aparente, todas essas práticas acabam maltratando o animal de alguma maneira.

Confira a seguir 15 atrações turísticas que maltratam os animais e entenda por que:

  1. Passeio de elefantes: Segundo um relatório da World Animal Protection, divulgado em 2017, três quartos dos elefantes usados por empresas turísticas na Ásia vivem em condições inaceitáveis. Os animais ficam acorrentados de dia e de noite, muitas vezes com correntes com menos de três metros. Além disso, eles ficam de pé, apoiados apenas nas patas traseiras, e levam turistas a passear de um ponto ao outro, o que os deixa machucados e causa um alto nível se estresse.
  2. Passeio de camelo: O mesmo acontece com os camelos. Em algumas parte do mundo, como no Marrocos, é comum os turistas pagarem para andar em camelos no meio do deserto. Por mais que os animas estejam acostumados com o clima, fazê-los andar o dia todo, sem alimentação e água, carregando peso, os deixa estressados e doentes.
  3. Interagir com predadores: Na Tailândia e África do Sul é muito comum ver atrações turísticas em que os turistas entram na jaulas de leões e tigres para interagir com os bichos. No entanto, as associações que lutam pelos direitos dos animais dizem que as crias são retiradas das mães semanas depois de nascerem, e são levadas para  gaiolas ou jaulas, onde passarão o resto da vida. A sedação também é frequente, uma vez que é uma forma rápida e prática de manter os animais calmos.
  4. Nadar com golfinhos: A prática que parece muito fofa e rende fotos encantadoras, é, na verdade, uma crueldade com os animais marinhos. O contato humano constante é estressante para estes animais. Além disso, eles passam grande parte do tempo em tanques sobrelotados e cheios de químicos.
  5. Segurar animais selvagens: Tirar uma fotografia com um macaco ou uma iguana no ombro não é uma boa ideia, uma vez estes animais são retirados das suas famílias quando são apenas bebés, e treinados, muitas vezes, com violência.
  6. Espetáculos com animais selvagens: Por mais que seja raro, ainda é possível encontrar espetáculos com animais selvagens como macacos dançando, leões fazendo truques, orangotangos praticando kickboxing e jacarés lutando.
  7. Shows de golfinhos, focas e baleias: A foca, assim como os golfinhos e as baleias orca, são animais selvagem que não deveriam estar presos em parques para entreter turistas. Nos últimos anos, ex-treinadores e mergulhadores do Sea World, nos Estados Unidos, resolveram contar sobre os treinamentos exaustivos de golfinhos e baleias, que ainda são dopadas para “controlar” o natural comportamento agressivo.
  8. Segurar arraias: Atração comum em parques do Caribe, como nas Ilhas Cayman, as arraias sofrem grande estresse e ficam sujeitas a doenças e infecções após o contato com humanos.
  9. Segurar tartarugas-marinhas: O mesmo acontece com as tartarugas. Além disso, elas são criadas em tanques superlotados, o que faz com que as brigas entre elas seja frequentes.
  10. Charretes e carruagens puxadas por cavalos: Em locais como Cartagena, Praga e Nova Iorque, ainda é comum ver turistas acomodados nos banquinhos aveludados de uma carruagem sendo puxados por cavalos que ficam cansados e aguentam o sol de 40º.
  11. Encantamento de cobras: Cena comum em países como Índia, Marrocos e Tailândia, homens tocam flautas enquanto uma cobra se ergue no cesto e parece dançar com a música. Na verdade, essas cobras, que são surdas e tiveram suas presas arrancadas pelo “mestre”, estão se preparando para o ataque. Mas ao custo de muitas flautadas na cabeça, elas foram treinadas para não morder.
  12. Macacos artistas: Em países como Indonésia, são comuns apresentações de macacos. Acorrentados pelo pescoço e fantasiados, eles são treinados para pedir dinheiro aos turistas.
  13. Parques e fazendas de crocodilos: Os animais se estressam e entram em brigas violentas, chegando a arrancar pedaços uns dos outros e às vezes lutando até a morte.
  14. Touradas, vaquejadas e rodeios:  A cada esquivada do touro, o toureiro enfia uma lança no lombo do bicho. Por fim, o toureiro crava uma espada no pescoço do touro, que quase sempre morre na arena
  15. Circos: Há alguns anos, diversos países passaram a proibir os circos com animais. Diversos relatórios científicos e instituições que protegem os animais, mostram que o bem-estar dos bichos selvagens em circos ambulantes é insuficientemente garantido e recomendam a proibição do uso de animais nos circos.