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‘O Sétimo Guardião’: Feliciano é encontrado morto após premonição

Em ‘O Sétimo Guardão’, Feliciano (Leopoldo Pacheco) está passando por uma fase bastante complicada. Após discutir com Murilo (Eduardo Moscovis) por causa de Valentina (Lilia Cabral), ele volta para casa, coloca as roupas de mendigo e tem uma estranha intuição:

“Quantos sonhos eu vivi e deixei de viver aqui… Mas eu fiz minhas escolhas!”

O guardião sai de casa e pede para Milu (Zezé Polessa) jogar tarot para ele. A mística fica tensa com o jogo e explica que está tudo muito confuso e contraditório:

“Quando as cartas não são claras… Não gosto nem de falar.”

“Não precisa ficar nervosa, minha amiga. Nesse momento, estamos todos na beira do precipício mesmo. Não está me dando novidade nenhuma”, diz Feliciano, já imaginando o que as cartas querem dizer.

Prevendo que irá morrer, Feliciano vai para o cabaré de Ondina (Ana Beatriz Nogueira) para beber. Lá, ele descobre que Machado (Milhem Cortaz) morreu envenenado e comenta:

“Se for o próximo, não vou sentir os efeitos do veneno! Morro bêbado… dormindo!”

Ondina pergunta por que o amigo está tão perturbado, e ele responde, bastante sereno:

“Eu não estou perturbado, minha amiga. Só decidi ser realista. Quanto a Valentina… e quanto ao destino que nos espera.”

Feliciano volta a beber e começa a dançar com as meninas do bordel. Depois de ter tomado vários drinks, ele é advertido por Ondina:

“Quer o quê? Ser uma presa mais fácil? Se quem está atrás dos guardiães te vê assim, não precisa nem mirar o alvo!”

Mas o guardião parece bastante otimista:

“O desgraçado não está usando veneno? Então… Nessa boca hoje, não entra mais uma gota de coisa nenhuma!”

Mais pra lá do que pra cá, Feliciano sai do cabaré já tarde da noite, tropeçando nas próprias pernas.

O dia chega em Serro Azul e Padre Ramiro (Ailton Graça) chega com a sua habitual bicicleta para abrir a igreja. Quando ele encontra Feliciano deitado no chão, exclama:

“Feliciano! Você voltou! Ah, seu índio de araque, estava com saudade até do seu fedor!”

É então que o religioso percebe que o amigo está morto ao notar um filete de sangue escorrendo pela sua boca: “Meu Deus! Não… Não pode ser…”. Junto ao peito do falecido, um bilhete avisa: “FALTAM CINCO”.

“Morto… Meu amigo querido… Morto!”, lamenta o Padre.

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