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João Guilherme abre o jogo sobre Leonardo: ‘Não foi presente desde bebê’

João Guilherme explicou que a relação com o pai Leonardo não começou necessariamente no berço. Em entrevista ao PodDelas nesta quarta (17), o ator explicou que a distância e a rotina de show dos artistas fizeram com que eles começassem a aprofundar uma relação a partir de seus seis ou sete anos. 

“Meu pai não foi presente desde bebê. Nunca tive meu pai para ficar vendo ele. [Ainda mais] antes dos seis anos em Goiânia. Tipo ‘toma, uma criança’. Minha mãe [Naira Avilla] sempre foi assim [não mandava João sozinho]”, detalhou o ator em conversa com Tata Estaniecki e Bruna Unzueta. 

“Eu vivi e cresci com a família da minha mãe. Meu pai fui começar a trocar umas ideias com ele eu tinha uns sete anos, seis. Digo de ir, ser presente. Ele mora em Goiânia, é em outro estado. Minha mãe até eu ter seis anos não queria que eu ficasse também viajando”, explicou João.  

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Na sequência, João reforçou que, com o tempo, Leonardo passou a ser sim uma referência, conquistando o próprio lugar. Ainda assim, sua relação se manteve diferente da que o cantor construiu com os outros filhos.  

“O Zé Felipe, por exemplo, cresceu na casa do meu pai, ele é filho da Poliana, que é esposa do meu pai. Os três juntos lá. E aí sim, tem meu pai todo dia tocando violão, cantando. Se eu tivesse esse contato maior, talvez hoje em dia eu já saberia muito mais e ia ser muito mais gostoso saber tocar violão”, brinca. 

Referência musical 

A referência musical, por causa disso, foi diferente para João e para Zé Felipe. Enquanto o marido de Virgínia subia ao palco com Leonardo aos 16 anos, ele se inspirava em pessoas do lado materno –como o tio Pe Lu, que é ex-Restart, e o avô, César  

“Por lá [na família de Leonardo] eu nunca aprendi nada, ninguém nunca me ensinou. O que eu aprendi foi vendo e admirando. Era muito distante. Eu, cantar no palco com o meu pai? Uma coisa muito pessoal”, refletiu.  

“Desde os meus treze anos, [a referência na música] vinha do meu tio, porque eu não consumia tanto sertanejo, eu cresci em São Paulo com a minha mãe. E minha mãe é ex-mulher do meu pai. Você acha que ela quer ficar ouvindo sertanejo dentro de casa? A resposta é não. Ela gosta de sertanejo, mas você acha que minha mãe vai ficar colocando as músicas do meu pai para tocar dentro de casa? Claro que não. E com o marido dela?”, destacou. 

“Então é isso, minha referência era meu tio, rockstar, pop, amava Restart. As calças coloridas. Meu pai foi uma coisa que veio um pouco depois”, disse, acrescentando que atualmente enxerga Leonardo também como uma referência, diferente da percepção que tinha na infância. 

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