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Anitta diz que clima de ‘briga’ no Brasil é culpa de Bolsonaro: ‘Estimula’

Em Portugal, a cantora Anitta voltou a repercutir os acontecimentos políticos do Brasil, antes de subir ao palco do Rock in Rio Lisboa neste domingo (26). Em tom crítico ao presidente Jair Bolsonaro (PL), a artista culpou o mandatário pelo clima de “briga” constante no país. 

Ao falar sobre o futuro político do pais, já que o Brasil está em ano eleitoral, a artista disse que sua vontade é de que “as pessoas entendam que é importante a gente saber de política para [poder] comandar o nosso país”. 

“[Na atualidade] o clima no nosso país é tudo briga, briga, briga. E acho que isso tem muito a ver com quem está comandando a gente”, disse Anitta, que se recusou a citar nominalmente Bolsonaro. 

“Se tem uma pessoa que comanda a gente e só briga e é só autoritário e só fala preconceito, isso estimula as pessoas a serem assim. As eleições estão aí, e espero que venha alguém que traga um clima de ‘vamos nos aceitar’, que pense diferente, mas que se aceitem, que convivam”, disse. 

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Recentemente, Anitta concedeu entrevista ao talk show de maior audiência da TV francesa, o “Quotidien”, do canal TF1, e teceu críticas a Jair Bolsonaro. No programa, a funkeira disse não concordar “com muita coisa que esse presidente faz”, por achar que ele “estimula o racismo, o preconceito, tudo de ruim”. 

Amazônia 

Na coletiva de imprensa, Anitta também foi questionada sobre o que pensa em relação aos artistas que têm usado os palcos para se manifestar politicamente, inclusive sobre questões referentes à Floresta Amazônica, e afirmou que esses posicionamentos são importantes e necessários. 

Ao falar especificamente sobre a questão, a famosa disse que é lamentável que essa região esteja abandonada pelo poder público e tenha se tornado “uma terra de ninguém”. 

Ainda, a cantora lembrou que, embora a Amazônia seja “o grande tesouro” brasileiro, é preocupante que aqueles que têm coragem de denunciar a criminalidade na área sejam perseguidos ou assassinados, a exemplo do que aconteceu recentemente com o jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista brasileiro Bruno Pereira. 

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