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Traição de Pyong Lee vira “arma secreta” da Record para turbinar reality

A Record decidiu surfar na onda da traição que resultou no fim do casamento de Pyong Lee e Sammy Lee para aguçar a curiosidade do público e turbinar o Ilha Record. O assunto virou um dos temas favoritos dos executivos da emissora, que estão empolgados com a repercussão do reality show antes mesmo de sua estreia. 

A traição do hipnólogo foi abordada na coletiva de imprensa para promover o programa com estreia prevista nesta segunda-feira (26). Rodrigo Carelli, diretor do núcleo de reality shows da emissora, tentou aliviar a barra da Record sobre a responsabilidade pelo fim do relacionamento do hipnólogo e disse que todos os contratados estavam cientes de que todas as imagens captadas dentro do confinamento poderiam ser utilizadas durante a exibição do Ilha Record. Mas não confirmou se a traição de fato ocorreu. 

“Na nossa chamada aparecem várias cenas. Todas as cenas que aparecem ali estão incompletas, fora de contexto. São coisas que podem acontecer, mas o contexto em que elas acontecem [vocês só saberão] assistindo no dia”, despistou o diretor, incentivando os jornalistas a acompanharem seu novo trabalho. 

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No encontro virtual com a imprensa, Carelli aproveitou para rebater as acusações de que a Record seria homofóbica. A onda de ataques ganhou força quando o Notícias da TV revelou que Antonela e Laura Keller trocaram beijos no confinamento. A emissora, até o minuto que antecedeu o evento, não havia se posicionado se exibiria a cena. 

“Na última edição de A Fazenda a gente mostrou um monte de selinhos entre as mulheres. Já exibimos beijo triplo entre homens. É injusto achar que a gente censura”, rebateu o diretor. “E se esse beijo [entre Antonela e Laura] aconteceu, ele certamente irá ao ar”, concluiu 

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