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Rafa Kalimann revela que sofria assédio em ônibus com 14 anos: ‘Constrangia’

Rafa Kalimann revelou recentemente que, assim como diversas mulheres adultas relatam, era assediada na adolescência por homens desconhecidos enquanto andava de ônibus em São Paulo. A ex-BBB ainda revelou que para evitar os abusos, ela preferia sentar perto do cobrador.  

“Já sofri assédio. Acho que o difícil é encontrar alguma mulher que não tenha passado por uma situação como essas”, disse a modelo, em entrevista à coluna de Fábia Oliveira, do jornal ‘O Dia’. Rafa ainda salientou que as situações iam desde cantadas na rua a “olhares constrangedores e abordagens vulgares”. 

Rafa ainda ressaltou que andar em São Paulo aos 14 anos sozinha era uma situação difícil, já que ela havia se mudado de sua cidade sozinha para a ‘cidade da garoa’: “Eu me tornei muito vulnerável e muito madura bem cedo. Lembro de pegar ônibus para ir à escola ou aos castings, e eu sentava perto do trocador porque ali era onde eu me sentia segura dos olhares dos homens, daquele homem que gostava de passar mais apertado, de forma proposital”. 

++ Rafa Kalimann se desculpa após dublagem de caso Mariana Ferrer no TikTok: ‘Infeliz e indelicada’

“Eu não entendia direito o que era aquele sentimento dentro de mim, mas aquilo me deixava mal e eu tive que buscar me blindar e me proteger. (…) Essa é a realidade de muitas mulheres nos transportes públicos”, lamentou Rafa. 

Polêmica com Rafa Kalimann 

ex-BBB se envolveu em uma polêmica no início deste mês ao dublar uma das falas do caso Mari Ferrer. O caso voltou a ser um dos mais comentados neste mês, após a audiência da jovem que alega ter sido estuprada pelo empresário André de Camargo Aranha em 2018 viralizar. 

Após o vídeo ter sido divulgado, diversos internautas apontaram que a jovem teria sido supostamente humilhada pelos presentes. Os internautas criticaram a postura de Rafa, que decidiu excluir o vídeo. A ex-BBB admite que foi “muito infeliz” por ter feito o vídeo, mas se defendeu dizendo que viu a ação como uma forma de protesto. 

“Depois que eu postei, as pessoas começaram a falar e aí eu parei e respeitei tudo. Eu conversei com a Mari — ela é irmã de um grande amigo. Ele disse que não tinha enxergado com um olhar ruim a minha postagem e a própria Mari também entendeu, e isso me tranquilizou”, disse. 

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