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Tainá Müller sobre conciliar carreira e maternidade: “Sou privilegiada”

Tainá Müller, que recentemente estreou como protagonista na série ‘Bom dia, Verônica’, da Netflix, celebrou o bom momento que está vivendo na sua vida pessoal e na sua carreira, e ainda avaliou ser “privilegiada” por ter a possibilidade de conseguir conciliar estes dois ‘universos’. 

 A atriz pontuou que acredita ser “privilegiada” por dar conta das responsabilidades da profissão e, ao mesmo tempo, conseguir estar perto do filho, Martin, de 4 anos. Sobre ter de se dividir entre o filho e a carreira, a atriz desabafou: “Sempre duro ter que ficar longe dele. Antes da Verônica, eu estava em cartaz no teatro. Depois emendei outro trabalho. Foi um ano bem produtivo”, pontuou em entrevista à Quem. 

“Por outro lado, no início da vida dele, ainda bebê, consegui ficar bastante com ele e trabalhar pontualmente. Isso já foi um privilégio ter acompanhado todas as primeiras etapas, tão importantes. Eu sou uma privilegiada, não tenho do que reclamar. Quando penso nas mães que têm que largar seus filhos numa creche com quatro meses para voltar para o trabalho, e encontrá-los poucas horas por dia… felizmente não vivo essa realidade. Por mais que meu trabalho me demande períodos de intensidade, depois eu volto e fico o tempo inteiro com o meu filho. Não me sinto nem em posição de reclamar”, revelou em entrevista.

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Nova série na Netflix 

Sobre a série em que estreou como protagonista recentemente, Tainá ressalta que para viver a personagem, ela se submeteu a estudos sobre a temáticas do título, que englobam corrupção policial, feminicídio, violência doméstica e outros. 

Na série, Verônica Torres tem um trabalho burocrático na Delegacia de Homicídios de São Paulo. Após presenciar um suicídio, alguns traumas do passado vêm à tona. Na mesma semana, ela recebe um telefonema anônimo de uma mulher desesperada, com a vida em perigo. Determinada, ela decide usar sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas mulheres: a jovem suicida enganada por um golpista na internet e a esposa subjugada pelo marido, um inteligente serial killer. Ao se aprofundar nas investigações, Verônica encara um mundo perverso, que põe em risco sua família e sua própria vida. 

“Foi intensiva e intensa, e durou algum tempo. Fizemos um laboratório numa delegacia de homicídios do Rio de Janeiro, e lá eu pude conhecer a dinâmica da polícia, como eles trabalham, como investigam crimes… estudei mais especificamente o feminicídio para entender o que motiva e o que acontece na maioria dos casos”, começou.  

“Aliás, é um crime muito comum no Brasil. Estamos em 5º lugar no ranking mundial (Dados de 2020 do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos). É um assunto muito urgente, e eu tinha em mente a responsabilidade de falar dele nessa série. Procurei me amparar de conhecimento sobre o assunto, mas também mergulhar nesse universo da Verônica, que é super complexo. Ela, além de tudo, leva uma tragédia junto com ela, e tem uma questão íntima”, pontuou. 

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