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Família de Gugu briga com construtora por calote

Aparecida Liberato, administradora do espólio do irmão Gugu, processa a construtora Esser por um calote feito em 2017, cerca de dois anos antes da morte do apresentador. O processo já foi definido, mas desde junho de 2019 a empresa alega falta de recursos para pagar. Ele ainda estava vivo à época.

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De acordo com o Notícias da TV, do Uol, a Esser entrou em recuperação judicial em 2020, o que torna a situação ainda mais difícil. A empresa tenta anular a dívida na justiça.

Gugu e a construtora iniciaram uma relação comercial em 2017. Na época, Gugu comprou 81 salas comerciais no edifício Alpha Premium – Rio Negro Business Center, em Barueri (São Paulo). Ele fez um acordo em que se comprometia a pagar duas taxas obrigatórias que juntas somavam R$ 94.835,86. Porém, juridicamente, as duas são de responsabilidade da construtora, que no acordo, deveria dar reembolso a Gugu. A dívida foi parcelada em 15 vezes, com o vencimento da primeira marcado para 5 de janeiro de 2018. A construtora nunca pagou.

Com Gugu ainda vivo, a Esser contestou a dívida e afirmou estar em dificuldades financeiras para pagar. Em novembro de 2019, três dias antes de sua morte, os advogados do apresentador pediram a penhora de bens que foi autorizada apenas em janeiro de 2020. A defesa apresentou uma relação de propriedades que nos nomes de Alain e Raphael Horn, donos da Esser, passíveis de penhora. Mas, em 30 de abril, a construtora teve deferido seu pedido de recuperação judicial e alegou que não poderia efetuar o pagamento. A construtora ainda não faliu, mas enfrenta processos que somam R$1 bilhão.

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