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Tulio Gadelha revela como foi morar com Fátima Bernardes por 4 meses: “Compartilhamos tudo”

Nesta segunda-feira (20), Túlio Gadelha usou seu Instagram para fazer uma postagem emocionante sobre como foi morar com a namorada Fátima Bernardes por quatro meses.

++ Túlio Gadêlha brinca com jeito de Fátima Bernardes: “Vira um bichinho com fome”

Desde o início da pandemia do coronavírus, Tulio, que mora no Recife, se mudou para a casa da apresentadora no Rio de Janeiro e ficou por lá durante quatro meses. No post, o jurista contou como foi a experiência, elogiou Fátima e os filhos dela e contou o que um aprendeu sobre o outro.

“Muitos amigos me perguntando sobre os quatro meses e quatro dias que passamos juntos durante o isolamento social. Sendo os primeiros dias no Recife, mas a maior parte, na casa dela, no Rio. Tenho dito que foi melhor do que esperávamos. Tivemos a sorte de estar juntos quando tudo começou. É muito bom ter alguém para compartilhar momentos, sejam felizes ou tristes. É bom ter alguém!”, começou.

“E a gente conseguiu se virar bem. É que ela tem um mini exercito de filhos parceiros que sempre ajudam em tudo. Ou seja, ninguém ficou sobrecarregado. Nossa verdadeira preocupação era com o que estava acontecendo fora de casa.”, disse, elogiando os três filhos de Fátima.

Túlio falou sobre as brigas: “Se brigávamos? Claro. Eu brigava com ela toda vez que abria o forno porque ela tem a mania de tocar em tudo pra saber se tá quente. E adivinha? Em 93% das vezes ela queimava a mão. Sim, eu brigava, mas depois colocava gelo. Mas compartilhamos tudo e aprendemos muito sobre o outro.”, disse.

“Ela diz que conheceu um Túlio ansioso, que eu nego existir. É que esse Túlio que ela diz “ter conhecido” na vdd gosta de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, tipo: ler o jornal, pegar sol e exercitar a panturrilha. E isso não é ansiedade, é ganhar tempo. Tb não aguento passar mto tempo planejando, preciso começar a fazer, executar – isso sim, talvez seja ansiedade.”

“Mas pera aí! Eu tb conheci “outra namorada”. Mais cruel e calculista. Que me ensinou que a vingança é um prato que se come frio. Isso mesmo! Fui atacado diversas vezes, em momentos de distração, por uma mão gelada arrepiante. Era um abraço? Não! Era uma mão gelada nas costas. Era beijo? Não! Era uma mão gelada no pescoço. Isso se chama crueldade. Repetidamente. Ainda me recupero do trauma.”, brincou.

“Quando pela primeira, vez consegui dar um abraço gelado nela, ela deu um pinote que o ombro esquerdo dela foi direto na minha mandíbula! Quase arranca um pedaço da minha língua fora. Carrego a cicatriz nas palavras que não consigo mais pronunciar.”, contou.

“Pois é, gente. Brincadeiras à parte, aprendi que a vida é melhor quando compartilhada com alguém que não mede esforços para nos fazer feliz. Felicidade à todas e todos. Ah, e sim. A escova azul era a dela.”, encerrou.

 

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Muitos amigos me perguntando sobre os quatro meses e quatro dias que passamos juntos durante o isolamento social. Sendo os primeiros dias no Recife, mas a maior parte, na casa dela, no Rio. . Tenho dito que foi melhor do que esperávamos. Tivemos a sorte de estar juntos quando tudo começou. É muito bom ter alguém para compartilhar momentos, sejam felizes ou tristes. É bom ter alguém! . E a gente conseguiu se virar bem. É que ela tem um mini exercito de filhos parceiros que sempre ajudam em tudo. Ou seja, ninguém ficou sobrecarregado. Nossa verdadeira preocupação era com o que estava acontecendo fora de casa. . Se brigávamos? Claro. Eu brigava com ela toda vez que abria o forno porque ela tem a mania de tocar em tudo pra saber se tá quente. E adivinha? Em 93% das vezes ela queimava a mão. Sim, eu brigava, mas depois colocava gelo. . Mas compartilhamos tudo e aprendemos muito sobre o outro. . Ela diz que conheceu um Túlio ansioso, que eu nego existir. É que esse Túlio que ela diz “ter conhecido” na vdd gosta de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, tipo: ler o jornal, pegar sol e exercitar a panturrilha. E isso não é ansiedade, é ganhar tempo. Tb não aguento passar mto tempo planejando, preciso começar a fazer, executar – isso sim, talvez seja ansiedade. . Mas pera aí! Eu tb conheci “outra namorada”. Mais cruel e calculista. Que me ensinou que a vingança é um prato que se come frio. Isso mesmo! Fui atacado diversas vezes, em momentos de distração, por uma mão gelada arrepiante. . Era um abraço? Não! Era uma mão gelada nas costas. Era beijo? Não! Era uma mão gelada no pescoço. Isso se chama crueldade. Repetidamente. Ainda me recupero do trauma. . Quando pela primeira, vez consegui dar um abraço gelado nela, ela deu um pinote que o ombro esquerdo dela foi direto na minha mandíbula! Quase arranca um pedaço da minha língua fora. Carrego a cicatriz nas palavras que não consigo mais pronunciar. . Pois é, gente. Brincadeiras à parte, aprendi que a vida é melhor quando compartilhada com alguém que não mede esforços para nos fazer feliz. Felicidade à todas e todos. . Ah, e sim. A escova azul era a dela.

Uma publicação compartilhada por Túlio Gadêlha (@tulio.gadelha) em

Fátima Bernardes se emocionou com a publicação do namorado e deixou um comentário carinhoso. “Não sei nem o que escrever. Que surpresa linda nesse primeiro dia longe. Vc sabe exatamente o que está acontecendo nesse momento. 😭 A vida é muito melhor quando compartilhada com amor.❤️”. Mariana Xavier também deixou um comentário: “Olhaí como é bom e possível viver juntos no isolamento, e depois seguir juntos separados, igualmente cheios de amor! Toquem aqui, @tulio.gadelha e @fatimabernardes ! Eu e @diegobragaator entendemos bem! ❤️”. 

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