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Justus acredita que forma de combate ao coronavírus causou danos à economia

O apresentador do reality show ‘O Aprendiz’, Roberto Justus, voltou a criticar o isolamento social e as medidas de combate ao coronavírus que tem sido tomadas no País em entrevista ao programa ‘Morning Show’, da Rádio Jovem Pan. Para o empresário, houve um alarde por parte da imprensa e do governo. 

“Desde o começo eu defendo que essa pandemia teve uma reação exagerada por parte da imprensa em geral e dos governos que querem ser politicamente corretos. Não estou minimizando as lamentáveis mortes no Brasil, não estou dizendo que a doença não seja contagiosa ou perigosa, mas acho que os governantes deviam ter feito um meio termo […] Acho sim que a destruição da economia mundial sem precedentes foi em virtude da doença obviamente, mas também da paralisação das atividades de uma forma abrupta e exagerada”, disse Justus. 

Apesar das críticas, Justus ressaltou que está seguindo as medidas de isolamento social propostas pelas autoridades da saúde: “Eu também sofro, estou aqui na minha fazenda em isolamento no interior de São Paulo, estou fazendo tudo à distância, pelo computador. Respeito aquilo que é imposto pelas autoridades, porém não preciso concordar […] houve uma lambança, rodízio desnecessário, coisas absurdas. Pode andar em transporte público, ir ao supermercado, farmácia, mas não pode ir ao parque que é céu aberto e ar puro […] o meio termo teria sido ideal, talvez com menos danos à economia. O remédio não pode ser pior do que o vírus”, complementou. 

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Justus comenta polêmica 

Questionado se houve algum arrependimento pelo áudio que foi vazado em uma conversa sua no Whatsapp, no qual chamava o coronavírus de “gripezinha”, o empresário ressalta que a mensagem teria sido tirada do contexto e criticou a “cultura do cancelamento” na internet.

“A internet virou um tribunal descontrolado, as pessoas tiram tudo do contexto. Eu virei um genocida para essas pessoas. Estávamos em uma discussão com amigos e, de vários áudios, acabou vazando o meu. Na época fiquei bravo porque o Marcos Mion estava defendendo o fato de que poderia ter um milhão de mortos no Brasil”, apontou. Entretanto, o empresário acrescentou que, se pudesse voltar ao tempo, mudaria o que foi dito no áudio em questão. 

“Voltaria atrás e diria: teve mais mortes do que eu imaginava. Me arrependo um pouco de ter subestimado a Covid-19, ela é um pouco pior do que eu imaginava, mas não tão ruim quanto assistir aos jornais das televisões e ver esse vírus do medo se espalhando de uma forma tão terrível”, finalizou. 

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