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“Fui muito julgada”, revela Luiza Brunet

Em 2016, o Brasil recebia os Jogos Olímpicos, passava pelo processo de impeachment da presidente Dilma Roussef e via Michel Temer assumir a presidência. Todos estas situações marcantes não são o que Luiza Brunet tem mais vívido na memória. Afinal, foi há quatro anos que ela ganhou as manchetes na imprensa por ter sido agredida pelo marido o empresário Lírio Parisotto.

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Em uma live com a ginecologista Albertina Takiuti, Luiza, que hoje trabalha em campanhas no enfrentamento da violência contra as mulheres, explicou que sofreu discriminação da sociedade quando tornou o caso público.

“Fui muito julgada quando eu fiz a minha denúncia e sei exatamente o que isso causa na parte moral e física. Você adquire doenças por conta dessa fragilidade de ser exposta, de você contar uma desgraça que aconteceu na sua vida para a sociedade, para mostrar que a violência está em todas as classes. E você sofrer coação, julgamento, tanto da parte de quem te faz mal quanto da sociedade. Você fica com a vontade de retroceder”, revelou a modelo.

Em fevereiro de 2019, o Tribunal de Justiça de São Paulo condenou Parisotto pela agressão à Luiza. Uma vitória importante para quem, infelizmente, conheceu a violência doméstica de perto.

“Minha mãe ficou mais de 20 anos casada com o meu pai e sofrendo violência. Meu pai era alcoólatra, o que potencializa ainda mais a violência. E conviver com isso na infância foi terrível”, desabafou.

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