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Giovanna Antonelli conta que treinava dança do ventre dez horas por dia para interpretar Jade em “O Clone”

Para celebrar 20 anos da novela “O Clone”, o canal pago Viva reexibe a história de amor que encanta gerações até hoje, protagonizada pela muçulmana Jade, vivida por Giovanna Antonelli, e o brasileiro Lucas, papel de Murilo Benício.

++ Giovanna Antonelli aparece em clique raro ao lado dos três filhos “Grande paixão”

A novela que aborda cultura árabe, clonagem humana e dependência química, em uma mistura de tradição e modernidade, é um marco não só na carreira, como na vida pessoal da atriz.

Em entrevista ao Gshow, Giovanna falou da importância desse trabalho em sua trajetória profissional e relembrou momentos emblemáticos. Destaque para a química entre o casal Jade e Lucas, que rompeu as barreiras da ficção. O romance da telinha virou realidade e da relação dos atores fora das câmeras nasceu Pietro, que acaba de completar 15 anos.

“Com certeza, Pietro é um grande presente nas nossas vidas. Ele já viu (a novela) de relance…. Muito pouco. Achou engraçado (risos). Faz parte dessa geração que não assiste TV”, disse Giovanna sobre o filho mais velho. Ela também é mãe das gêmeas Sofia e Antonia, de 9 anos, do casamento com o diretor Leonardo Nogueira.

Jade lançou moda, assim como boa parte das personagens da artista. Cerca de 700 peças do figurino foram compradas no Marrocos, entre túnicas, lenços, véus, bolsas, chapéus, vestidos de noiva e joias (colares, pulseiras, brincos e anéis, de prata ou banhados a ouro). Roupas e acessórios viraram febre na época, a ponto de serem replicadas e vendidas no comércio popular. O figurino árabe ganhou as ruas e, da muçulmana, Giovanna guardou um item especial.

“Adoro essa construção, ajudar a montar minhas personagens. Gosto de levar ideias sempre, de trocar. Acho uma delícia todo o processo de criação. Sou apaixonada pelo que faço. Tenho um lenço da Jade guardado.”, contou a atriz,

Giovanna, hoje com 44 anos – na época ela tinha 25 – se dedicou durante horas do dia às aulas de dança do ventre. Tanto que não precisou de dublê e deu show em cena: “Treinava com a Claudia Censi, uma professora que foi muito querida comigo. Treinava umas dez horas por dia. Sou obcecada quando tenho um desafio. Exigente comigo mesma. Perfeccionista.”, contou.

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