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Rose teria “quadro delirante paranoico” ao assinar documento, segundo psicóloga

O jornal Extra revelou nesta sexta-feira (6), que os advogados da viúva de Gugu Liberato, Rose Miriam di Matteo, afirmaram que ela apresentava “quadro delirante paranoico” e estava em depressão quando assinou o documento que a tirou do testamento do apresentador.

++ Rose e Gugu mantinham conta conjunta, o que provaria união estável

A psicóloga Vera Lúcia Gonçalves atestou em um laudo que Rose estava sob efeito de remédios, cujo efeito colateral era “perda significativa de memória e sintomas dissociativos”, termo que, segundo ela, se refere a quando o paciente “não consegue juntar as ideias em decorrência de enorme estresse das doenças”. O laudo foi feito no dia 20 de fevereiro.

A defesa de Rose Miriam anexou ao processo cópias do prontuário de internação da paciente no hospital Albert Einstein, em São Paulo, em 2011, que menciona que ela não tinha um “casamento estável”.

“Paciente admitida na unidade para tratamento psiquiátrico, veio do Rio de Janeiro, onde reside. Possui três filhos, um de 9 anos e gêmeas de 7 anos. Não possui casamento estável. Refere chorando não ser uma boa mãe e sentir solidão. Há dois dias tentou suicídio. Mentiu para o médico que seus remédios haviam acabado e solicitou nova receita”, registra o relatório. Na ocasião, Rose teria ingerido “12 comprimidos de rivotril, 4 comprimidos de dramin, 10 comprimidos de dipirona e outros comprimidos que fez uso (sic) por ter encontrado pela frente”.

Rose luta para mudar o testamento do apresentador e ter direito a 50% de sua herança como cônjugue. Gugu tinha um patrimônio estimado em R$1 bilhão e ambos mantinham uma conta conjunta.

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