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Confira 6 crimes sem solução que vão te deixar intrigado

Apesar das grandes investigações e tentativas de se achar uma resposta, alguns crimes nunca tem solução. Mesmo com uma comoção do público para achar algo que explique aquele acontecimento, nada chega próximo de resolver esses casos chocantes que até hoje deixam a humanidade se perguntando o que aconteceu.

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Mesmo com filmes e documentários, teorias e mais teorias, algumas situações parecem irreais demais para serem explicadas pela ciência ou até mesmo pelo próprio achismo humano. Por isso, na lista a seguir separamos 6 casos criminais que nunca tiveram solução, e até hoje deixam uma interrogação na cabeça das pessoas.

Elisa Lam e o hotel

Em fevereiro de 2013, a turista Elisa Lam, de 21 anos, foi encontrada morta e sem roupas dentro de uma caixa d’água num hotel em Los Angeles (EUA), três semanas após ela ter desaparecido. O corpo só foi encontrado por conta de reclamações de hóspedes de que a pressão da água nos banheiros estava fraca.

As últimas imagens de Elisa são as do elevador do hotel, onde ela apresenta comportamento estranho. Elisa aperta diversos botões e fica entrando e saindo como se alguém tivesse a seguindo no corredor. A autópsia revelou que não havia sinais de droga no sistema de Elisa Lam, nem traumas visíveis, não podendo decifrar a causa de sua morte. A única afirmação possível é que ela se afogou na caixa d’água, mas não se sabe até hoje como ela foi parar lá e nem porque os alarmes que existem no topo do prédio não foram disparados. Algumas pessoas apostam em uma morte mística e outras creem que Elisa era esquizofrênica. 

A morte da atriz Brittany Murphy

A atriz Brittany Murphy morreu em 2009, em sua própria casa. A suspeita foi pneumonia, deficiência de ferro e intoxicação por drogas. Seis meses depois, o marido da atriz morreu pela mesma causa e na mesma casa. Angelo Bertolotti, o pai de Murphy conseguiu autorização em 2013 para fazer mais exames nos corpos do casal. De acordo com o laboratório, havia níveis de duas a nove vezes acima do que a OMS considera “altos” para uma série de produtos tóxicos, que costumam fazer parte da composição de veneno de rato e inseticida.

Apesar dos peritos apontarem um mofo tóxico na casa como uma possível causa, o pai de Murphy acusou sua ex-mulher, Sharon, de ter envenenado o casal. Afinal, ela estava morando com os dois, e estava falando com o marido da atriz quando ele morreu. 

 O assassinato da menina JonBenét Ramsey

JonBenét Ramsey ficou conhecida por concursos de beleza americanos, e foi brutalmente assassinada aos seis anos de idade. Em 26 de dezembro de 1996, a mãe de JonBenét encontrou um bilhete na escada de casa pedindo dinheiro pelo resgate da filha. Com isso, ela acionou a polícia, reportando o desaparecimento da menina. A menina, no entanto, estava morta no porão da casa da família.

A vítima foi encontrada apenas 8 horas após a polícia ser chamada, com uma fita isolante tapando sua boca e uma corda ao redor do pescoço. Os primeiros culpados foram os pais, mas devido a incompatibilidade do DNA na cena do crime e a caligrafia da carta, isso foi deixado de lado. 

O próximo acusado e inocentado foi um vizinho que era estranhamente obcecado por JonBenét, e tinha perdido a filha sequestrada 22 anos antes. A mulher dele também havia escrito uma peça sobre uma menina que foi achada morta em um porão. John Mark Karr já era investigado por envolvimento com pornografia infantil e um jornalista manteve contato com ele por quatro anos até conseguir uma confissão.

Nos emails trocados, Karr usava palavras e expressões parecidas com a carta encontrada na escada dos Ramsey e chegou a admitir que foi apaixonado por JonBenét. Porém, a confissão dele foi questionada por não haver evidências de que ele esteve na cena do crime e muito menos na cidade em que o crime aconteceu. O crime segue sem solução.

O caso Carlinhos

O Caso Carlinhos refere-se ao sequestro do menino Carlos Ramires da Costa, ocorrido em 1973, no Rio de Janeiro, o qual permanece insolúvel. Carlinhos, uma criança de dez anos, era um dos sete filhos da dona de casa Maria da Conceição Ramires da Costa e do industrial João Mello da Costa, proprietário da indústria farmacêutica Unilabor, em Duque de Caxias.

O menino foi sequestrado em sua residência, invadida por um criminoso que deixou um bilhete, no qual marcou data e local de pagamento do resgate. Com a publicação do bilhete pelo jornal O Globo e grande repercussão subsequente, os sequestradores não compareceram ao local combinado, e Carlinhos jamais foi encontrado. Desde então, diversas notícias sobre o paradeiro de Carlinhos surgiram, mas nenhuma obteve confirmação nos testes de DNA.

Elizabeth Short – a Dália Negra

Elizabeth era uma aspirante a atriz em 1947, seu corpo foi encontrado em um terreno abandonado. O local estava sem sangue, e seu rosto tinha um sorriso horrível formado pois sua boca tinha sido cortada até a direção das orelhas. O codinome Dália Negra só foi atribuído a ela depois que uma carta anônima foi entregue ao jornal “The Examiner”. Junto com a carta, foram enviados itens pessoais de Elizabeth como documentos, fotos e uma agenda.

Muitas cartas foram enviadas à imprensa alegando serem os culpados pela morte de Dália Negra. Apesar de ninguém ter sido preso, um suspeito chamado George Hodel foi acusado pelo próprio filho. Ele afirmou ter encontrado uma foto de Dália nas coisas do pai, que era estudante de medicina, e sua caligrafia batia com a das cartas. Caso foi encerrado como “sem solução” e até 2021, o filho de Hodel o investigou como suspeito.

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A chacina da família Pesseghini

Esse assasinato chocou muitos em 2013. Quando Marcelinho, de apenas 13 anos, foi acusado de matar mãe, pai, avó materna e tia-avó, dirigiu para a escola e depois voltou para casa, onde se suicidou. A família acredita que existem inconsistências no caso, pois o menino não teria tamanho para dirigir um automóvel, e a mãe estava começando um processo de descoberta de esquema de corrupção da polícia militar. A polícia ainda afirma que o caso foi resolvido e Marcelo é o culpado pelas mortes.

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