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A economia da Grã-Bretanha encolhe 10% em 2020

Moedas Estrangeiras (Foto: John McArthur / Unsplash)
Moedas Estrangeiras (Foto: John McArthur / Unsplash)

A Grã-Bretanha sofreu a recessão mais profunda dentre os países mais industrializados do mundo. Segundo o Fundo Monetário Internacional, somente em 2022 a economia conseguirá recuperar os níveis que antecederam à pandemia da Covid-19. Estima-se agora que a Grã-Bretanha encolheu 10 por cento em 2020, pior do que a projeção de 9,8 por cento em outubro.

Já com os países que integram a zona do euro, a economia do bloco registrou no ano passado a maior recessão dos últimos 70 anos e a recuperação da crise vai levar, no mínimo, dois anos, segundo prevê o Fundo Monetário Internacional na atualização do World Economic Outlook publicada hoje (26), em Washington. A Espanha e a Itália deverão demandar mais tempo para recuperarem suas economias.

De qualquer forma, a recessão econômica não foi tão profunda quanto os economistas do FMI haviam projetado em outubro. O Produto Interno Bruto (PIB) da economia dos 19 países caiu 7,2% no ano passado, ante uma projeção de 8,3% elaborada anteriormente pelo FMI.

Com a revisão atualizada da recessão para o conjunto da zona euro em 2020, os economistas do FMI reduziram, também, as previsões para as quedas do Produto Interno Bruto, sobretudo na Espanha (de -12,8% para -11,1%) e na Itália (de -10,1% para -9,2%).

Recuperação mais lenta
A despeito do menor pessimismo sentido na atualização dos índices de recessão econômica, um certo sentimento de refreamento no otimismo começa a se impor quanto à recuperação a partir de janeiro de 2021.

Ao invés de uma recuperação de 5,2% para este ano, a nova previsão aponta para 4,2%, isto é, 1 ponto percentual a menos, o que significa que o tempo para sair da crise será mais demorado do que no conjunto da economia mundial e nos Estados Unidos. O impacto da terceira onda vaga do coronavírus na Europa desde o final de 2020 e os novos confinamentos que se estendem pelo começo de 2021, impõem um passo mais lento na recuperação da zona euro.

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