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As lições financeiras de um dos homens mais ricos do mundo

 

Ray Daliofundador e chefe da Bridgewater, acaba de publicar um livro com uma série de lições financeiras que aprendeu depois de estudar as grandes crises financeiras dos últimos 100 anos.

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Com o título “A Template For Understanding Big Debt Crisis” (Um modelo para entender a grande crise da dívida, em tradução livre), Ray revela algumas dicas e lições financeiras que aprendeu ao longo de sua carreira de sucesso.

Ray Dalio fundou a Bridgewater na década de 70 e hoje é dono de uma das maiores fortunas de Wall Street, segundo a Forbes, avaliada em 15.400 milhões de euros. Além das dicas, o milionário garante que a próxima crise econômica chegará nos próximos dois anos.

Confira algumas dicas e lições financeiras do seu livro:

  • Durante toda a minha vida, mesmo quando não tinha dinheiro, preferi economizar do que pedir emprestado.
  • Pessoas que têm sentido de responsabilidade sobre as suas finanças preferem não ter dívidas.
  • Aprendi com o meu pai que os aspetos positivos de ter dívidas não compensam os aspetos negativos de ter dívidas.
  • Identifico-me com pessoas que acreditam que é melhor ter uma pequena dívida do que ter muita dívida.
  • Toda vez que você pede dinheiro a alguém, inicia um novo ciclo. Não só estará pedindo emprestado, como estará emprestando seu futuro.
  • Comprar algo que não pode pagar significa gastar mais do que aquilo que ganha.
  • Pedir dinheiro emprestado para a educação é rentável porque educar bem as crianças torna-as mais produtivas.
  • O crédito é desejável se o dinheiro emprestado for usado para gerar dinheiro.
  • A principal razão que está na origem dos grandes ciclos da dívida deve-se ao fato de os políticos preferirem facilitar o crédito do que restringi-lo.
  • Se entender o Jogo do Monopólio, entenderá muito bem como funcionam os ciclos de crédito em larga escala.
  • A maioria dos problemas econômicos realmente terríveis que a crise da dívida causou ocorreu antes de os legisladores tomarem medidas.
  • Quando algo adverso se aproxima, nunca acredite.
  • A próxima crise chega dentro de dois anos, mas não será tão grave quanto a de 2008.
  • A próxima crise terá um efeito social e político maior do que em 2008.