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Apps de relacionamento viram alternativa para quem busca emprego

 

Com a popularização dos apps de paquera e relacionamento como Tinder e Happn, o site Market Watch resolveu fazer uma pesquisa e reuniu relatos de pessoas que, ao usarem os apps, não conseguiram um namorado ou namorada, mas sim um emprego.

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O fotógrafo norte-americano Philip Van Nostrand, por exemplo, passou a ser procurado para trabalhos que pagam até US$ 10 mil depois de, em algumas conversas, começar a espalhar seu portfólio e falar sobre sua experiência na área. A pesquisa concluiu que esse tipo de aplicativo é uma ótima maneira de fazer contatos profissionais e divulgar seu trabalho para terceiros.

Outro caso semelhante foi o do sul-africano Jesse Rasoesoe, profissional de marketing que vive em Joanesburgo, e contou ao site Market Watch que não estava usando o Tinder para finalidades profissionais, mas uma acabou surgindo ainda assim. “Uma mulher viu meu perfil e disse que trabalhava no RH para uma empresa de marketing que precisava de alguém com meu perfil”, contou.

Em uma indústria que já movimenta US$ 1,8 bilhão, os donos de aplicativos de relacionamento perceberam como a busca por emprego pode torna-los ainda mais atraentes. O Bumble, por exemplo, aplicativo social e de encontros, lançou um segmento específico chamado Bumble Bizz, para criar conexões profissionais entre os usuários.

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