Covid-19: Vacina de Oxford-AstraZeneca apresenta 79% de eficácia em casos sintomáticos

A vacina de Oxford-AstraZeneca apresentou 79% de eficácia contra casos sintomáticos da Covid-19. (Foto: Pixabay)

A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca apresentou 79% de eficácia contra casos sintomáticos da doença. Os resultados de um novo ensaio clínico realizado nos Estados Unidos revelados nesta segunda-feira (22) apresentaram as novas porcentagens.

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Além dos casos sintomáticos, o imunizante também apresentou 100% de eficácia contra estágios graves da doença, que necessitam de internação. O novo ensaio clínico da Fase 3, contou com mais de 32 mil participantes e reforçou a confiança na vacina.

O estudo avaliou os dados de voluntários dos Estados Unidos, Chile e Peru, em todas as idades que receberam duas doses da vacina ou um placebo em um intervalo de quatro semanas.

Segundo informações da CNN Brasil, a AstraZeneca garantiu que “não encontrou risco aumentado de trombose ou eventos caracterizados por trombose entre os 21.583 participantes que receberam pelo menos uma dose da vacina”.

A Agência Europeia de Medicamentos chegou à conclusão na última quinta-feira, 18, que a vacina de Oxford-AstraZeneca é segura e eficaz contra o Coronavírus. (Foto: Pexels)

Polêmica na Europa

A vacina de Oxford-AstraZeneca entrou no centro de uma polêmica no início do mês de março, quando países europeus, como a França, Dinamarca e Noruega suspenderam temporariamente o seu uso. As nações alegaram relatos de coagulação sanguínea em pacientes após a imunização.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) liderou uma investigação emergencial e concluiu na última quinta-feira (18) que a vacina é segura e eficaz contra o vírus da Covid-19. Segundo o órgão, ela “não está associada a um aumento no risco geral de eventos tromboembólicos ou coágulos sanguíneos”.

De acordo com informações da CNN Brasil, a co-criadora da vacina e professora da Universidade de Oxford, Sarah Gilbert, celebrou os dados da investigação por fornecerem “uma confirmação adicional da segurança e eficácia” da vacina.

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