
Rafa Kalimann e a filha Zuza em momento de conexão ao ar livre (Foto: Instagram)
Rafa Kalimann estreia no GNT e no Globoplay a série documental ‘Tempo para amar’, onde aborda sem máscaras sua gestação com a filha Zuza. Na produção, a apresentadora revela ter vivido um quadro de depressão e ansiedade durante a gravidez, chegando a depender de antidepressivos para enfrentar o turbilhão de emoções. Ao expor seus sentimentos, ela também questiona a cobrança social por uma maternidade impecável, ressaltando que muitas mulheres se veem pressionadas a aparentar perfeição em cada etapa da criação dos filhos.
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O primeiro episódio, exibido no sábado (9) e intitulado ‘A Solidão da Gestação Offline’, expõe os bastidores emocionais do período gestacional, longe dos holofotes e dos filtros das redes sociais. Rafa compartilha que, embora seu corpo tenha respondido bem aos aspectos físicos da gravidez, sua saúde mental sofreu intensas variações. Ela destaca o choque entre o ideal midiático de ‘mãe perfeita’ e a realidade de inseguranças e vulnerabilidades que muitas gestantes enfrentam em silêncio.
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Em determinado momento, a influenciadora confessa ter recorrido a acompanhamento psiquiátrico e à medicação para não sucumbir à ansiedade. “Se eu não tivesse um remédio, eu sabia que eu não ia sair de casa. Eu ia me afundar”, desabafa Rafa, evidenciando a importância de enxergar a necessidade de ajuda médica como parte do cuidado durante a maternidade.
A falta de relatos francos sobre questões como solidão e flutuações emocionais motivou Rafa a dividir sua trajetória. Ela destaca que cada gravidez é única e que, ao compartilhar os altos e baixos, contribui para desmistificar padrões inatingíveis. “A maior lição foi entender que não existe uma maternidade perfeita. Cada mãe tem seu tempo e suas lutas, e dividir essas histórias pode ser um alívio para muitas”, afirma a apresentadora.
Com ‘Tempo para amar’, Rafa Kalimann almeja servir de referência para outras mulheres, promovendo um espaço de empatia e acolhimento. A série reforça que admitir fragilidades e buscar apoio, seja na família, em especialistas ou em medicamentos, não diminui o valor da maternidade, mas, ao contrário, fortalece o vínculo entre mãe e filho por meio do cuidado integral.








