
Turista de 38 anos agride recepcionista em hotel de Medellín (Foto: Instagram)
Uma recepcionista do Hotel Plaza Mayor 44, em Medellín, viveu uma noite de terror no dia 7 de maio de 2026, depois de ser brutalmente agredida por José Abelardo Rocha Moncada, turista de 38 anos. As imagens capturadas pelas câmeras internas mostram o homem, seminus, invadindo a recepção e desferindo uma sequência de socos e chutes contra a funcionária, que ficou caída no chão. O suspeito, com antecedentes por homicídio, foi detido logo após o ataque, que teria sido motivado pela recusa da vítima em aceitar suas investidas pessoais.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Segundo o secretário de Segurança de Medellín, Manuel Villa Mejía, a violência começou quando Moncada convidou insistentemente a recepcionista para subir ao quarto com o objetivo de manter relações. Ao ouvir um “não” firme, o turista começou a insultar a mulher antes de partir para a agressão física. As autoridades investigam o caso para confirmar se o crime foi premeditado ou resultado de alterações provocadas por substâncias.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
As câmeras de segurança registraram toda a ação, com a recepcionista tentando se proteger cobrindo o rosto com as mãos enquanto levava socos no crânio e chutes no corpo. Após o ataque, ela conseguiu se erguer e fugir até a rua para buscar ajuda de transeuntes. Testemunhas afirmam que o comportamento do hóspede foi agressivo ao longo de sua estadia, mas atingiu o ápice na madrugada daquele dia.
José Abelardo, proprietário de uma empresa de serviços judiciais, foi preso em estado alterado, possivelmente sob efeito de drogas ou álcool. Apesar da violência explícita das gravações, o laudo médico posterior concedeu apenas 10 dias de incapacidade à vítima, decisão que gerou indignação entre grupos de proteção às mulheres.
O prefeito de Medellín confirmou a captura de Moncada e disse acompanhar o processo policial de perto. Organizações de direitos humanos e a população local exigem que o histórico de violência do agressor seja levado em conta para garantir sua permanência na prisão. A defesa do acusado tenta argumentar transtornos psiquiátricos, mas a sociedade cobra uma punição exemplar.








