
Vídeo de Buzeira ensinando postura na prisão com MC Ryan e Chrys Dias viraliza após prisões (Foto: Instagram)
Recentemente, um vídeo antigo em que o influenciador digital Buzeira oferece instruções sobre a vida na prisão a MC Ryan e Chrys Dias voltou a viralizar nas redes sociais. O trecho, gravado meses atrás, ganhou nova repercussão na quarta-feira (15), logo após a divulgação da prisão dos dois funkeiros e criadores de conteúdo pela Polícia Federal, reacendendo o debate sobre o teor da gravação.
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Além de MC Ryan e Chrys Dias, a PF também deteve a influenciadora Débora Paixão, esposa de Dias, Raphael Sousa, responsável pela página “Choquei”, e o funkeiro MC Poze do Rodo. Todos foram alvos da operação que investiga um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro, com movimentações suspeitas de alta complexidade.
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O vídeo resgatado das plataformas mostra Buzeira em postura confiante ao lado de MC Ryan e Chrys Dias. Vale lembrar que o próprio influenciador foi preso em outubro do ano passado durante a Operação Narco Bet, deflagrada para desarticular uma rede de lavagem de dinheiro ligada ao tráfico internacional de drogas.
Na gravação, Buzeira ensina os amigos a adotar a posição de cócoras, considerada por ele fundamental para enfrentar a rotina carcerária. Quando Ryan e Dias demonstram dificuldade para manter o equilíbrio, o influenciador dispara: “Não consegue, vocês não estão preparados pra ir pra cadeia”. A fala irônica viralizou novamente e gerou forte repercussão online.
O retorno do conteúdo provocou uma onda de comentários e memes. Um seguidor lembrou que “Aquele ditado, palavra tem poder”, ressaltando a força das palavras mesmo em tom de brincadeira. Outros internautas criticaram a atitude de Buzeira ao oferecer orientações referentes a um ambiente tão restrito quanto o sistema prisional.
Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado operava um método estruturado de ocultação e dissimulação de recursos, envolvendo desde operações financeiras de alto valor e transporte de dinheiro em espécie até transações com criptoativos. Estima-se que o volume total movimentado ultrapasse R$ 1,6 bilhão.
Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Até o momento, a PF não detalhou o papel específico de cada preso no suposto esquema, e o inquérito segue em curso, com novas etapas previstas para aprofundar as investigações.








