
Revólver calibre .380/9mm, arma compatível com os disparos que mataram Leandro Pereira em Itabuna (Foto: Instagram)
Na tarde de quinta-feira (9), Leandro Pereira da Silva, de 28 anos, foi executado a tiros em Itabuna, no sul da Bahia. Segundo a Polícia Militar, ele caminhava pela Rua do Cacau, no bairro Maria Pinheiro, quando foi surpreendido por criminosos próximo a uma área de mata. Moradores relataram ouvir estampidos por volta das 17h30. Atingido por diversos disparos, Leandro morreu no local. A vítima residia no bairro Pedro Jerônimo e era conhecida na região.
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Equipes do 3º Batalhão de Polícia Militar isolaram a área até a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT). Durante a perícia, que incluiu registro fotográfico, os agentes recolheram mais de 30 cápsulas de munição deflagrada espalhadas ao redor do corpo. Os projéteis eram compatíveis com armas nos calibres .380 e 9mm, ressaltando a intensidade e violência do ataque.
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Leandro deixou um filho de cerca de quatro anos e uma ex-companheira grávida do segundo filho do casal. Atualmente, ele vivia em união estável com a atual esposa, relacionamento de aproximadamente quatro anos. Amigos e familiares se reuniram no cenário do crime, mas não conseguiram impedir a tragédia. O caso chocou a comunidade local, que agora aguarda esclarecimentos sobre os motivos do homicídio.
Segundo informações preliminares da Polícia Civil, o homem possuía antecedentes criminais, o que pode influenciar as linhas de investigação. A DHPP investiga ainda uma possível conexão entre Leandro e o assassinato da comerciante colombiana Ana Zeinef Martinez Morales, de 28 anos, cujo corpo foi encontrado em Itabuna sob circunstâncias similares. As autoridades apuram se há elementos que comprovem participação dele neste crime em andamento.
Até o momento, não há confirmação oficial acerca do envolvimento de Leandro no homicídio de Ana Zeinef Martinez Morales, e essa hipótese segue em aberto. As motivações que levaram ao atentado continuam desconhecidas, e a identificação dos responsáveis permanece um desafio para os investigadores. A Polícia Civil mantém equipes dedicadas ao caso, coletando depoimentos e analisando novas provas que possam emergir.
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Itabuna ficará à frente das investigações, com o objetivo de reconstruir a dinâmica do crime, localizar testemunhas e responsabilizar os autores. Novos laudos periciais devem ser anexados ao inquérito, e depoimentos de vizinhos e conhecidos de Leandro serão fundamentais para traçar o histórico recente da vítima. A comunidade aguarda atualizações à medida que o inquérito avança.
Ainda não há previsão para conclusões das investigações. Familiares de Leandro acompanham o andamento do inquérito e pedem agilidade das autoridades. Qualquer informação que ajude a esclarecer a autoria ou a motivação pode ser encaminhada à DHPP de Itabuna. O caso reforça a necessidade de combate à violência na região.








