
Cunha mira fim do ‘fantasma’ europeu nas oitavas (Foto: Instagram)
Na reta final de preparação para o confronto de oitavas de final da Copa do Mundo, a Seleção Brasileira encara a Noruega e o atacante Matheus Cunha destacou qual considera o maior obstáculo: o retrospecto incômodo contra seleções europeias em fases eliminatórias de Mundiais.
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Em entrevista, Cunha afirmou que o grupo está motivado para exorcizar esse "fantasma" que persegue o Brasil em Copas e ressaltou que, para conquistar o título, é preciso encarar essa barreira de frente. "Tem que fazer o possível para sumir com esse fantasma. Para ganhar uma Copa tem que passar por essa dificuldade e espero que dessa vez seja diferente", disse o atacante.
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Além de projetar a partida contra a Noruega, o jogador fez um alerta sobre a força do adversário, lembrando que o conjunto do time europeu vai além do centroavante Erling Haaland. "O ataque deles é muito forte. Temos que estar focados não só nele", apontou Matheus Cunha, reforçando a necessidade de atenção a todo o setor ofensivo rival.
O Brasil busca acabar com um jejum que se arrasta desde 2002, quando derrotou a Alemanha na final e conquistou o pentacampeonato. Nas fases de mata-mata seguintes, a Seleção foi eliminada por França (2006), Holanda (2010), Alemanha (2014), Bélgica (2018) e Croácia (2022), o que aumenta a pressão para o duelo deste domingo.
Questionado sobre o próprio papel na equipe, Cunha destacou que a performance coletiva deve prevalecer sobre o protagonismo individual. "Tenho funções importantes até para potencializar os companheiros. Se todo mundo for protagonista o tempo todo, vai faltar o principal", explicou, ao defender uma atuação mais solidária em campo.
O atacante também lamentou o desfalque de Lucas Paquetá, vetado por lesão, mas afirmou que o treinador Carlo Ancelotti tem opções para manter o nível do elenco. Segundo Matheus Cunha, a escolha do substituto dependerá da estratégia desenhada para enfrentar a Noruega e garantir o avanço brasileiro às quartas de final.
Além de buscar a vaga nas quartas, o Brasil tenta derrubar outro tabu contra a Noruega: em quatro confrontos entre as seleções, nunca venceu os europeus, com dois empates e duas derrotas, incluindo o revés por 2 a 1 na Copa de 1998. Agora, a missão é inverter esse histórico e seguir firme na briga pelo hexa.








