
Profissionalismo em campo: Monique Danello segue a transmissão mesmo com rato morto às suas costas em Nova Jersey. (Foto: Instagram)
A repórter Monique Danello, da TNT Sports, viveu um momento inusitado em Nova Jersey na sexta-feira (19): durante uma entrada ao vivo para cobrir a preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, ela percebeu a presença de um rato morto no chão ao lado da equipe. Apesar do inesperado, Monique manteve a serenidade e conduziu a reportagem sem alterar seu ritmo de trabalho em frente às câmeras.
++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online
Monique estava ao lado do narrador André Henning quando, em meio à transmissão, algo chamou a atenção dos jornalistas: um pequeno roedor jazia imóvel na calçada. A surpresa aconteceu enquanto eles relatavam os últimos preparativos do time brasileiro para o próximo desafio no Mundial, mas a repórter seguiu informando como se nada tivesse ocorrido.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
O incidente logo virou destaque nas redes sociais, não pelo rato em si, mas pela postura profissional de Monique diante do imprevisto. Usuários no Twitter e Instagram comentaram com bom humor, relacionando o episódio ao desempenho da equipe nacional. “O Brasil vai roer o Haiti hoje”, brincou um seguidor, enquanto outro lembrou do Mickey Mouse com ironia sobre a grande família do personagem.
Do estúdio, André Henning estranhou a movimentação e perguntou, sorrindo: “Tinha um rato morto aí e vocês não perceberam? Estão levando para autópsia?”. Monique, então, explicou que só notaram o animal depois do início da transmissão. A revelação arrancou risadas tanto de Henning quanto dos demais colegas, que entraram na brincadeira ao vivo.
Pouco depois, um funcionário chegou para remover o roedor, criando uma cena curiosa que acabou desviando o foco momentaneamente do futebol para o inusitado turno de “coleta de evidências”. Apesar do contraste entre o tema esportivo e o incidente, a equipe voltou rapidamente a concentrar-se no conteúdo programado, encerrando a participação sem maiores transtornos.
Em um dos debates posteriores, Monique explicou que a escolha do ponto de transmissão levou em conta principalmente a paisagem ao fundo, considerada ideal para dar contexto à matéria. Ninguém, porém, percebeu a presença do rato antes de o sinal entrar no ar. O episódio, apesar de breve, reforçou nas redes o apreço do público pela capacidade de manter a compostura diante de situações inesperadas.








