
Furto relâmpago de 25 notebooks em laboratório na Universidade Celso Lisboa (Foto: Instagram)
A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o furto de 25 notebooks do laboratório de informática da Universidade Celso Lisboa, no bairro Engenho Novo, Zona Norte da capital. Conforme as imagens de segurança, o crime foi executado em tempo recorde, durando apenas sete minutos. A ação chamou atenção pela rapidez e pela organização dos suspeitos, que conseguiram invadir o espaço, reunir e transportar todos os equipamentos sem chamar a atenção de integrantes da instituição.
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As filmagens mostram que três pessoas participaram da operação: dois homens e uma mulher. Por volta das 20h15, o trio chegou ao campus e se separou. Enquanto os homens circulavam pelos corredores, a mulher ficou próxima à sala de informática, observando a movimentação e aguardando o fim das aulas. Essa estratégia permitiu que os suspeitos agissem sem pressa até o momento do crime.
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Quase uma hora depois, às 21h40, os dois homens iniciaram o roubo. Antes de arrombar a porta, um deles empurrou a câmera do corredor para dificultar o registro das imagens. Em seguida, arrombaram a sala de laboratório e começaram a retirar os notebooks. A rapidez na ação surpreendeu os investigadores, pois em poucos instantes todos os equipamentos foram colocados em mochilas e bolsas.
Durante a retirada dos aparelhos, os criminosos chegaram a se jogar no chão em alguns momentos para não serem percebidos por eventuais transeuntes no corredor. Em apenas sete minutos, os dois suspeitos deixaram o laboratório transportando 25 computadores. A cena reforçou a precisão e o planejamento do crime, que mobilizou três pessoas bem coordenadas para cumprir cada etapa da ação.
O caso foi registrado na 25ª Delegacia de Polícia do Engenho Novo, que já analisa as imagens e busca outras evidências para identificar os responsáveis. Os investigadores trabalham para localizar o trio e recuperar os equipamentos furtados. Até o momento, nenhum suspeito foi preso, e as autoridades pedem a quem tiver informações que entre em contato com a delegacia para colaborar com as investigações.
Em nota, a reitora Vanessa Lacerda destacou a relação histórica da Universidade Celso Lisboa com a comunidade local, mantida por mais de cinco décadas. Ela afirmou não existir qualquer indício de envolvimento de moradores da região ou de grupos específicos na ação criminosa. Vanessa reforçou a confiança no trabalho das autoridades e afirmou que todos os esforços são feitos para esclarecer os fatos e garantir a segurança dos alunos e colaboradores.
Segundo a Polícia Civil, a principal linha de investigação concentra-se nos indivíduos capturados pelas câmeras. Além das imagens, a corporação analisa eventuais testemunhos e outras provas para elucidar o caso e recuperar os equipamentos. As buscas pelos suspeitos seguem em andamento, sem previsão de encerramento das diligências.








